quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Impeachment... Para quê? Ou para quem?


Impeachment... Para quê? Ou para quem?
O brasileiro não conhece a história do Brasil. Somos marcados por injustiças sociais, pelo descrédito, pela falta de informação, pelo voto errado, por nos alienarmos aos modismos de época ou momento, por uma geração que se preocupa mais com festas do que com o futuro do nosso país. 
Elegemos parlamentares, políticos demagógicos fanáticos e ignorantes assim como muitos de nós. A maioria da representação do congresso nada mais é do que o perfil daqueles que não exercem seu direito e dever de cidadão. É urgente, necessário e preciso a cobrança de um país com representantes que ofereçam princípios básicos: ética e respeito ao povo brasileiro. 
Não nos cabe um impeachment neste momento, não deste formato vingativo do presidente da câmara. Ele sim já deveria ter sido posto pra fora há muito tempo. O impeachment traria um vice presidente que tem inúmeros vícios políticos transposto de um passado e presente de uma forte ala de seu partido. 
Façamos o impeachment ao Aedes Aegypt. (Fora Dengue). Sim, ele mesmo o mosquito da Dengue que desde os anos 80 começou a perturbar, e volta arrasando a saúde das pessoas. E por falar nele quem não se lembra do “dengue” personagem do Show da Xuxa... 
Precisamos, sobretudo, varrer essa doença, que assola muitos de nós. No entanto, para isso acontecer cada um, cada ser existente, para não deixar de existir precisa fazer sua parte na limpeza de sua casa, com o cuidado ao armazenar água, descartar o lixo no local e horário adequado, enfim, são ações simples, porém, necessárias que devemos exercer como cidadão. E aí seremos mais dignos e honestos. 
No início do texto falei em festa, daí lembrei-me de um samba enredo da Beija Flor de 1996.
...” É carnaval... Que tal... Falarmos da evolução... Que bom... Que bom 
Meu ancestral é um "barato" Daí surgiu a confusão ”... 
Daqui a pouco com a chegada das festas e outros interesses pessoais irá nos fazer esquecer esses “probleminhas” atuais do bem comum. Quem constrói ou destrói nosso destino somos nós mesmos. Ronaldo Veiga, 08/12/2015.

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