sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Grupo Calabar se reúne e mostra sua força !
Do Taquarinet Noticias
Dimas Oliveira
Aconteceu na noite desta ultima quinta feira ( 28/01 ) , uma grande reunião do grupo Calabar, aonde se fizeram presentes figuras de muita historia no grupo como o Ex - prefeito Zeca (PSDB), o ex-vice prefeito pelo grupo Lulu, o candidato do grupo em 1989 Mendes ( PSB ) , representando a família Fagundes Renan( PSB ) o filho do saudoso Dr Aldenir candidato pelo grupo Calabar em 1992 e 1996 , também estiveram presentes os Vereadores : Gilson Carlos, Rogéria Cristina, Ronaldo Veiga e João da Banda, e Ezequias, quem também se fez presente foi o Policial Rodoviário Federal Fábio de Jairo , o ex-vereador Demir recém chegado ao grupo Calabar, e o prefeito Evilásio Araujo (PSB ) , principal liderança do grupo eleito em 2008 e reeleito em 2012 com uma esmagadora diferença em relação ao segundo colocado, na reunião foram pautados assuntos sobre os progressos que o grupo trouxe a cidade, sobre as conquistas do grupo, e sobre várias peruas que circulavam nas redes sociais , e o prefeito Evilásio foi enfático em dizer que não abre mão que o povo escolha o candidato, e não vai permitir que ninguém prejudique o processo , e o candidato vai sair do meio do povo, o ex-prefeito Zeca e o ex vice prefeito Lulu fizeram um discurso emocionado aonde lembraram das dificuldades que o grupo teve para chegar ao poder e o esforço do povo de Taquaritinga para que o grupo que mais fez pelo município continuasse a frente dos destinos.
A reunião contou com a presença da imprensa da região e com a presença em peso da população da cidade, que prestigiaram as lideranças e todos os pré candidatos do grupo, para muitos que pensavam que o prefeito Evilásio iria abaixar a cabeça para as humilhações e perseguições que vem sofrendo ficaram surpresos pela força do grupo Calabar e a liderança do prefeito , uma reunião histórica que animou os militantes e a nação Calabar rumo a 5° vitória consecutiva.
















quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Feijão e arroz vão ficar mais caros ao longo de 2016

Segundo o Dieese, em 2015 o feijão ficou 29,6% mais caro no Recife e o arroz, 7%
Foto: Antônio Cruz, Agência Brasil
Usar o termo “feijão com arroz” como sinônimo de algo básico ou popular talvez perca um pouco do sentido ao longo de 2016. Diante de chuvas em excesso nas regiões produtoras e da alta do dólar, os dois alimentos mais tradicionais do prato dos brasileiros irão sofrer aumentos seguidos de preços neste ano. Segundo o Dieese, em 2015 o feijão ficou 29,6% mais caro no Recife e o arroz, 7%. Apesar de não acreditarem que possa haver desabastecimento, indústria e órgãos ligados ao controle de produção e distribuição afirmam que impacto da safra ruim já irá chegar à mesa no fim de fevereiro.
De acordo com a pesquisa de preços da cesta básica realizada pelo Dieese, o quilo do arroz custava em média R$ 3,03 em dezembro passado e o feijão estava por R$ 5,25. No mesmo mês de 2014 os produtos estavam por R$ 2,83 e R$ 4,05, respectivamente.
O maior volume desses dois grãos consumidos em Pernambuco vem principalmente da região Sul, seguido do Sudeste e Centro-Oeste. No caso do arroz, 79% da produção nacional se concentra no Rio Grande do Sul. Já o feijão fica dividido principalmente entre Paraná, Minas Gerais e Goiás. “Tivemos uma redução do potencial produtivo por conta da chuva em excesso. No caso do arroz, por exemplo, o produtor precisou plantar várias vezes para poder vingar”, explica o gerente de avaliação de safras da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Cleverton Santana.
Com a oferta comprometida, a tendência é que os preços subam ainda mais. O caso mais delicado é o do arroz, que apesar de não ter tido a maior alta de preços, conta com apenas uma safra anual e, diante do dólar alto, seus produtores tendem a priorizar a exportação. “Mas dizer que vai faltar seria muito alarmante. Mesmo que falte, podemos importar, mesmo com o dólar alto. Quando a safra quebra, a gente importa do Uruguai”, afirma o presidente da Associação Pernambucana de Supermercados (Apes), Edvaldo Lira.
Segundo o último levantamento da Conab, houve uma expansão significativa nas exportações do arroz ao longo do ano passado. Em novembro de 2015, 186,9 mil toneladas vieram de fora do País. No mesmo mês do ano passado, foram 80 mil toneladas. Mesmo ocorrendo com países do Mercosul, a transação é realizada em dólar, encarecendo o produto que já está escasso. O mesmo relatório indica uma projeção de redução de 5,2% na safra 2015/2016 em comparação com a produção 2014/2015. Com isso, a tendência é uma redução ainda maior nos estoques, que já caiu de 868,21 mil toneladas da safra de 2013 para 666,8 mil toneladas em 2014.
Já o feijão conta com três safras anuais que, mesmo atrasadas diante das interferências do clima, permitem que as perspectivas possam mudar um pouco ao longo do ano. “No momento, o feijão (mulatinho) subiu mais. Mas, em compensação, as pessoas têm opções de feijão de todo tipo, como o preto, que não subiu tanto”, observa Edvaldo Lira.
Por outro lado, o Brasil é o único produtor do feijão mulatinho. Assim, a importação não é uma opção para um caso mais extremo de falta no mercado.
“Em uma situação normal, esses produtos sofrem uma redução do preço no período da colheita (fevereiro), quando há mais oferta. Mas, neste ano, em plena safra estamos falando de aumento de preço”, lamenta o representante comercial da Josapar (indústria da marca Tio João) em Pernambuco, Murilo Calmon.
CHUVA X SECA
Mas, se por um lado o excesso de chuva no Sul, Sudeste e Centro-Oeste está levando feijão e arroz mais caros para as mesas dos pernambucanos, foi justamente a seca no Nordeste que tornou o Estado dependente de fornecedores tão distantes. “Normalmente o feijão, por exemplo, vinha mais da Bahia. Mas, de uns dois anos para cá, com a produção comprometida pela seca, todo mundo começa a procurar onde está mais barato. Hoje buscamos no Sul”, explica o diretor técnico do Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), Paulo de Tarso.
Detran cobra R$ 15,77 para entregar CRLV

Os proprietários de veículos em Pernambuco estão sendo surpreendidos com a cobrança de uma nova taxa no licenciamento deste ano. O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PE) criou uma taxa de postagem no valor de R$ 15,77 para entregar o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) na casa do usuário. Essa é uma das 20 novas cobranças instituídas pelo órgão este ano, dentro de um pacote de medidas para aumentar a arrecadação e equacionar o caixa. No site do Detran, o usuário terá a opção de não pagar a taxa mas terá que se deslocar até um dos postos de atendimento no Estado para retirar o documento 2016.
“O Detran estava arcando com um custo alto de imprimir, envelopar e postar o CLRV para entregar na residência de cada usuário. Esse valor é alto porque o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) faz uma série de exigências e especificação para a postagem documento, inclusive o aviso de recebimento pelo proprietário do veículo. Quem quiser a comodidade de receber em casa paga a taxa. Caso contrário, vai até um dos postos do Detran no prazo estipulado”, diz o presidente do Detran, Charles Ribeiro.
Para descartar o pagamento da taxa de postagem, o proprietário do veículo precisa entrar no site do Detran inserir a placa e solicitar a impressão das guias de débitos. O usuário deverá selecionar cada uma das taxas que deseja pagar (por exemplo IPVA, Bombeiros, licenciamento e seguro obrigatório) e deixar em branco a taxa de postagem. Em seguida solicita a impressão dos documentos.
O aumento das taxas do Detran é parte do pacote de aumento de impostos do governo do Estado, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro, incluindo vários setores econômicos. Charles defende que as taxas não eram reajustadas desde 1999 e que existia um déficit de 25% entre o valor arrecadado (R$ 350 milhões) e a necessidade de recursos para manter a prestação dos serviços. Difícil é fazer o usuário entender mais aumento de cobranças em ano de recessão.
AVANÇAM AS OBRAS DA PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO
Continuam as obras da praça de alimentação que está sendo construída entre o Coreto Central e a Praça Antônio Pereira. A estrutura compatível com o padrão de beleza das praças, conta com 12 quiosques e tem a finalidade de acomodar adequadamente comerciantes que trabalham em barracas improvisadas, e proporcionar aos consumidores um local aconchegante e organizado.
Confira as imagens:







É o Governo Municipal trabalhando e avançando com o povo!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Bandidos tentam extorquir famílias de pacientes internados no Hospital Mestre Vitalino
A direção do Hospital Mestre Vitalino recebeu denúncias nos últimos dias sobre tentativas de extorsão às famílias de pacientes internados na unidade. Os familiares relataram que teriam recebido ligações telefônicas de pessoas se passando por médicos ou profissionais de saúde informando sobre a necessidade de pagamento para realização de algum procedimento, medicação ou outro atendimento relacionado ao paciente.
Nestes casos, a orientação do HMV, é que a família entre em contato imediatamente com o Hospital pelo telefone (81) 3725-7913 e informe o ocorrido. Além disso, a recomendação é que os familiares não efetuem nenhum tipo de transação bancária ou pagamento antes de entrarem em com a emergência.
“Infelizmente pessoas de má fé estão realizado esta tentativa de extorsão, efetuando ligações para os familiares dos pacientes internados no HMV, se passando por médicos ou profissionais de saúde. Nós queremos alertar a população para esta situação, e informar que o Hospital não realiza este tipo de contato, uma vez que todos os nossos atendimentos e serviços são gratuitos”, alerta Marcelo Cavalcanti, diretor geral do HMV.
Nota do SINPOL Sobre a Crise Penitenciária em Pernambuco
O Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco) lamenta o grave momento pelo qual passa a segurança pública no Estado, evidenciado pela eclosão de mais uma crise em seu sistema penitenciário.
Em menos de uma semana, dois presídios foram alvos de ataques precisos, com fortes armamentos e explosivos, ocasionando a fuga de quase uma centena de bandidos, e comprovando que as organizações criminosas que planejaram as investidas tinham plena ciência das deficiências e pontos críticos nas unidades prisionais atacadas.
Se por um lado o crime organizado planeja, agenda e executa ações de fuga e resgate de seus integrantes, por outro, o Estado de Pernambuco demonstra fraqueza e não encontra solução para tal problema. Chama a atenção, ainda, o fato de que os locais dos ataques tinham guaritas desativadas e já haviam sido alvos de tentativas anteriores.
Durante todo o ano de 2015, o Sinpol fez alertas ao Governo do Estado, apontando as diversas fragilidades da segurança pública, que mais se fundamenta em ações de marketing de um programa esgotado, que em investimentos no combate à impunidade, concretizando, para nossa tristeza, o já esperado aumento da violência e dos homicídios.
É preciso se fazer um pacto de eficiência no Estado, com diálogo com a sociedade e as entidades representativas, diálogo este que possa apresentar soluções para que Pernambuco tenha forças policiais valorizadas, bem equipadas e ampliadas, fazendo com que haja, de fato, um estado de segurança pública.
Como disse o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, "estamos no início do ano e ainda dá tempo para que o Governo do Estado corrija o rumo de sua política de segurança pública".
Assinar:
Postagens (Atom)
Augusto Cury e a credibilidade de seu discurso: apoio a Flávio Bolsonaro provoca questionamentos
Escritor que defendeu a pacificação nacional e a superação da polarização agora precisa explicar como sua aliança eleitoral se concilia co...
-
Faleceu na noite de ontem a menina Marcela Aparecida Gonçalves das Chagas, 11 anos de idade. Filha de Elida Crislane Maria Gonçalves e Már...
-
Urna eletrônica — Foto: Heloise Hamada/G1 Serão realizadas no domingo (3) as novas eleições para prefeito em Capoeiras e Palmeirina , n...
-
Sorocaba perdeu ontem um importante personagem de sua história. Morreu o industrial Carlos Alberto Moura Pereira da Silva, dono da extinta C...


