quarta-feira, 20 de abril de 2016

Será que só os políticos que precisam mudar?


Por Marcos Augusto


  Muito se fala em relação à nova política, e sobre a renovação da política, e muitos partem do ponto que é preciso mudar os políticos, mais será que só os políticos é que precisam mudar ou serem mudados ?  Será que o eleitorado também não tem que mudar a sua forma de agir?
É muito fácil apontar o dedo acusar e criticar, mais e preciso bem mais que isso para realmente analisar a situação política, não só da nossa cidade mais do nosso estado e de todo país, um exemplo clássico é aquele de que “só ganha eleição quem tem dinheiro e quem gasta”, mais porque isso acontece? Porque existem eleitores que se vendem facilmente, que se corrompem e literalmente se oferecem aos políticos, e tudo isso vira uma verdadeira bola de neve, pois até os políticos que tem serviços prestados tem que dar seus “pulos” para garantirem seus votos, já vi exemplos de candidatos que deram assistência por quatro anos a uma determinada família, e na semana da eleição essa família “escolher” outro candidato por uma ajudinha de última hora.


 Lembro ainda de uma passagem nas políticas em que eu convivi um determinado eleitor que tinha uma estratégia engraçada, o cidadão se é assim que o podemos chamar tinha adesivos de vários candidatos, todos dentro do carro, quando avistava um determinado candidato o eleitor pegava o adesivo colava e ia pedir ao nobre candidato, e na maioria das vezes ganhava o agrado e no final ninguém sabia em quem o espertalhão votou . É meus caros leitores, vocês podem ter certeza que essas atitudes acima citadas não são de pessoas que passam necessidade, na maioria são pessoas que tem até uma certa condição financeira.
É muito fácil condenar e atacar os políticos e generalizar as coisas, mais uma parte do eleitorado favorece e muito a eleição de políticos que são nocivos a sociedade, deveria também haver uma punição rigorosa para o eleitor que se corrompe vendendo seu voto, a reforma política é muito maior e mais complexa do que se imagina.



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