Corpo do capitão da Chapecoense foi velado na sede social da Ilha do
Retiro, onde vários pernambucanos foram prestar as últimas homenagens
Centenas de torcedores de Sport, Santa Cruz e Náutico (que trajavam as camisas dos clubes) compareceram. Além de várias outras pessoas com camisas da Chapecoense, do São Paulo e do Flamengo, clubes que Cléber Santana também defendeu ao longo da carreira. Em Pernambuco, ele atuou pelo Leão.
- Peço que a CBF e os outros clubes olhem por essas famílias. Prestem algum tipo de ajuda, porque lá em Chapecó (o atacante também foi para o velório na Arena Condá) eu já fiquei sabendo que existem esposas sem saber como vão pagar as contas. É necessário ajudar quem ficou aqui sofrendo - disse Túlio de Melo.
- Me solidarizo muito com a perda porque me coloco no lugar da família. Vivemos nesse meio que viajamos muito, deixamos nossos parentes em casa, é muito difícil. Eu tinha uma boa relação com Cléber e quase o fiz estar correndo aqui junto com a gente. Queria trazê-lo para o Santa Cruz e até conversei com ele, mas ele acabou ficando na Chapecoense mesmo. É uma perda enorme - disse o jogador.
O capitão da Chapecoense deixou a mulher e dois filhos, um de 14 e outro de 11 anos, que estiveram no velório. O irmão de Cléber, Cleydson Santana, chegou a passar mal e foi socorrido durante o velório. Os amigos e familiares de Cléber estavam com camisas brancas com a imagem do jogador e o número 88, que ele usava na Chape.
Antes do Chepecoense, onde estava há dois anos, ele jogou pelo Vitória, Santos, São Paulo, Atlético Paranaense, Avaí, Flamengo, Criciúma, o japonês Kashiwa Reysol, e os espanhóis Atlético de Madrid e Mallorca.
O corpo de Cléber Santana chegou por volta das 11h30 na Ilha do Retiro e ficou no local até as 16h. Depois seguiu para o cemitério Morada da Paz, na cidade de Paulista, onde foi cremado.
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