sábado, 12 de setembro de 2026

ROMERO LEAL: DE VERTENTES PARA PERNAMBUCO, UMA HISTÓRIA DE LEALDADE, EXPERIÊNCIA E CORAGEM POLÍTICA




Existem homens públicos que simplesmente passam pela política. E existem aqueles que constroem relações, deixam marcas e permanecem presentes nos grandes momentos da história.

Romero Leal é um desses nomes.

Delegado aposentado da Polícia Civil de Pernambuco e prefeito de Vertentes por quatro mandatos, Romero construiu uma trajetória marcada pela presença na vida pública e por uma forte ligação com sua terra.

Mas existe também um capítulo de sua história política que ajuda a compreender sua relação com a atual governadora de Pernambuco, Raquel Lyra.

Muito antes da eleição de 2022 entrar em sua fase decisiva, Romero Leal já havia tornado público seu apoio ao projeto político de Raquel. Em novembro de 2021, quando a sucessão estadual ainda estava começando a ganhar forma, Romero declarou que estaria ao lado dela em sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco.

Não foi um apoio surgido depois de uma vitória.
Não foi uma aproximação construída quando o resultado já estava definido.

Foi uma escolha feita antecipadamente, quando a caminhada ainda estava começando.

Durante a campanha de 2022, Romero permaneceu ao lado de Raquel. Em agosto daquele ano, ela esteve em Vertentes, onde foi recebida por Romero, vereadores e outras lideranças políticas. Naquele momento, Romero voltou a defender publicamente a capacidade administrativa da então candidata.

Meses depois, Pernambuco conheceria o resultado daquela caminhada: Raquel Lyra seria eleita governadora do Estado.

Essa história ajuda a explicar a proximidade política construída entre Romero e Raquel ao longo dos anos — uma relação que nasceu antes da vitória nas urnas e foi consolidada durante uma das disputas eleitorais mais importantes da história recente de Pernambuco.

Agora, em 2026, Romero Leal vive outro momento de sua própria trajetória.

Depois de quatro mandatos administrando Vertentes, seu nome passa a buscar uma dimensão estadual, com presença política e articulações que ultrapassam os limites do município.

Vertentes permanece como sua principal referência, enquanto sua caminhada alcança municípios como Toritama e outros pontos do Agreste, além de buscar ampliar sua presença política em diferentes regiões de Pernambuco.

É a continuidade da trajetória de um delegado, gestor público e liderança política que atravessou diferentes momentos da história pernambucana.

De Vertentes para o Agreste.
Do Agreste para Pernambuco.

E nessa caminhada existe um capítulo que não pode ser esquecido:

Romero acreditou no projeto de Raquel Lyra quando a disputa pelo Governo de Pernambuco ainda estava apenas começando.

Uma relação política construída antes da vitória e fortalecida ao longo do tempo.

Augusto Cury cresce e tem chances de ir para o segundo turno

 


A candidatura de Augusto Cury à Presidência da República passou a chamar atenção no cenário eleitoral de 2026. Conhecido nacionalmente como escritor, médico psiquiatra e palestrante, Cury disputa uma eleição pela primeira vez e tem procurado construir sua candidatura com um discurso de redução da polarização e maior atenção a temas como educação, saúde e desenvolvimento humano.

No início de setembro, uma pesquisa Datafolha mostrou Cury avançando de 2% para 8% das intenções de voto, chegando ao terceiro lugar e apresentando crescimento especialmente entre eleitores que não se identificam diretamente com os principais polos da disputa. No levantamento mais recente, divulgado em 11 de setembro, ele apareceu com 6%, mostrando uma oscilação em relação à pesquisa anterior, mas permanecendo entre os nomes que buscam ocupar o espaço de alternativa na eleição presidencial.

Candidato pelo Avante, Augusto Cury tem colocado a educação entre as principais áreas de sua campanha. Entre os temas apresentados estão políticas relacionadas às pessoas neurodivergentes, incluindo autismo, TDAH e dislexia. Sua trajetória profissional também é marcada pela atuação como escritor, professor, conferencista e médico psiquiatra.

Outro ponto recorrente de sua campanha é a crítica à polarização política. Desde o primeiro ato oficial da candidatura, Cury tem defendido diálogo, escuta da população e discussão de propostas para áreas como educação, saúde e segurança pública.

O crescimento registrado nas pesquisas colocou Augusto Cury sob maior atenção nacional e aumentou a exposição de suas ideias. Agora, caberá ao eleitor conhecer suas propostas, compará-las às dos demais candidatos e decidir qual projeto considera mais adequado para o futuro do Brasil.


Datafolha em PE: Raquel Lyra, 47%; João Campos, 42%

 





Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11) com as intenções de voto para o governo de Pernambuco mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) com 47% das intenções de voto. Em seguida vem o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), com 42% das intenções de voto.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos para mais ou para menos. A última pesquisa Datafolha foi divulgada em 21 de agosto.


A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa é PE-04411/2026.

Veja os números na disputa do primeiro turno das eleições de 2026 para o governo de Pernambuco:

Estimulada

  • Raquel Lyra (PSD): 47% (eram 47% em 21 de agosto);
  • João Campos (PSB): 42% (eram 40%);
  • Ivan Moraes (PSOL): 1% (era 1%);
  • Professora Camila (UP): 1% (era 1%);
  • Renan Hallais (Missão): 1% (era 1%);
  • Guilherme Fonseca (PSTU): 0% (era 1%);
  • Victor Assis (PCO): 0% (era 0%);
  • Professor Jeremias do Banco (Democrata): 0% (era 0%);
  • Branco/nulo/nenhum: 6% (eram 5%);
  • Indecisos: 2% (eram 4%).






segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Toffoli suspende campanha de chapa de Renan Santos à Presidência

 


O ministro Dias Toffoli, relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu as campanhas de Renan Santos (Missão) à Presidência e de Aroldo Medina à vice. A decisão tomada no domingo (30) e publicada nesta segunda-feira (31) suspende atos de campanha na internet, repasses de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e a participação do candidato em debates.

“É uma decisão de ofício que derruba uma campanha inteira. Um absurdo”Renan Santos à Jovem Pan

A medida de domingo aconteceu no dia seguinte ao magistrado retirar de pauta do processo de registro de candidatura do candidato do Missão.

“Em petições apresentadas em 19/8/2026, os candidatos componentes da chapa, Renan Antônio Ferreira dos Santos e Aroldo Medina (vice do candidato do Missão) informaram o total de 18 perfis em redes sociais, como complementação às informações do registro, enviado à Justiça Eleitoral em 7/8/2026”, diz um trecho da decisão de sábado de Toffoli.

Segundo apuração da Jovem Pan, a campanha de Renan Santos entrará em breve com um mandado de segurança na tentativa de reverter a decisão de Toffoli.

O ministro explicou que a suspensão da candidatura de Renan aconteceu por falta de registro de enderenços de sites, blogs, redes sociais e aplicativos de mensagens usados na campanha. A lei apontada por Toffoli também prevê que perfis já existentes sejam informados no momento do registro e que novas contas sejam comunicadas em até 24 horas após a criação.

A decisão afirma que os perfis informados pela candidatura de Renan depois do registro só poderiam ser utilizados na campanha após 48 horas do registro dessas informações. Para o ministro, a comunicação prévia é necessária para permitir a fiscalização da propaganda eleitoral e a atuação das plataformas sobre os sistemas de recomendação de conteúdo.

De acordo com a decisão, Renan Santos está proibido de:

  • Realizar propaganda eleitoral na internet por meio dos perfis e endereços eletrônicos não informados tempestivamente à Justiça Eleitoral;
  • Utilizar outros ou novos perfis, inclusive contas de terceiros, para realizar propaganda eleitoral no ambiente digital;
  • Receber novos repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para a chapa presidencial;
  • Fazer gastos com recursos do FEFC que já tenham sido repassados à chapa;Participar de debates em rádio, televisão, podcasts ou outros meios de comunicação.

Em caso de descumprimento, Renan Santos deverá pagar multa de R$ 50 mil por cada veiculação de propaganda eleitoral no ambiente digital após o recebimento da intimação e por cada participação em debates após o recebimento da intimação.


Cury é o primeiro candidato que ultrapassou 10% nas intenções de voto além de Flávio e Lula

 

As pesquisas eleitorais para presidente nas eleições 2026 vinham apresentando uma repetição constante de um domínio entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) nas intenções de voto. Além deles, ninguém havia passado de 10% desde o início do ano. Mas bastou uma semana para Escritor Augusto Cury (Avante) quebrar essa tendência e se apresentar, de fato, como uma terceira via.

A pesquisa Nexus/BTG Pactual divulgada nesta segunda-feira (31) mostra o escritor com 11% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno, consolidando-se na terceira colocação — Lula tem 37% e Flávio vai a 31%. Augusto Cury chega a abrir 5 pontos percentuais para os demais candidatos, incluindo Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), que permanecem estagnados.

O crescimento de Cury foi rápido. Em apenas uma semana, ele avançou 9 pontos percentuais — em 24 de agosto, ele somava 2%. Aliás, essa marca de 2% o acompanhava desde abril, quando lançou a pré-candidatura pelo Avante. Assim como os demais, era coadjuvante no embate polarizado entre Flávio e Lula.

Esse avanço também se deu na pesquisa espontânea, quando os institutos perguntam aos entrevistados em quem pretendem votar, mas sem apresentar uma lista com os nomes dos candidatos. Augusto Cury não era citado até a última semana. De 0%, porém, ele passou para 8% nesse intervalo de sete dias.

Não foi somente o levantamento da Nexus/BTG Pactual que captou o crescimento de Cury. Pela AtlasIntel desta segunda-feira, ele chegou a 7,8% das intenções de voto no cenário estimulado, empatando tecnicamente na segunda colocação com Renan Santos, que tem 7,6%. Na pesquisa de julho do mesmo instituto, ele somava 1,6%. Ou seja, o candidato do Avante avançou mais de 6 pontos percentuais, acima de qualquer outro na disputa.




QUEM É AUGUSTO CURY?

 



QUEM É AUGUSTO CURY?


Augusto Cury é muito mais do que um nome conhecido nacionalmente. Médico psiquiatra, escritor, pesquisador e pensador dedicado ao estudo da mente humana, construiu uma trajetória marcada pela defesa da educação, da saúde emocional e do desenvolvimento humano.

Autor de dezenas de obras, seus livros já alcançaram mais de 42 milhões de exemplares vendidos e chegaram a mais de 70 países, levando reflexões sobre inteligência emocional, ansiedade, sonhos, relações humanas e qualidade de vida a milhões de leitores.

Cury também é o criador da Teoria da Inteligência Multifocal e idealizador de projetos voltados à educação socioemocional e à gestão das emoções. Seu trabalho procura ensinar algo cada vez mais necessário em nossa sociedade: aprender a pensar antes de reagir, respeitar as diferenças, administrar as próprias emoções e enxergar o ser humano além das divergências.

É justamente essa trajetória que chama atenção: um homem que dedicou décadas ao estudo do comportamento humano e que construiu reconhecimento através dos livros, da educação e da defesa da saúde emocional.

Em uma sociedade frequentemente marcada pela ansiedade, intolerância e conflitos, Augusto Cury representa uma voz que insiste no diálogo, no equilíbrio, no conhecimento e na valorização da vida.

Pode-se concordar ou discordar de suas ideias, mas sua história, sua produção intelectual e o alcance de sua obra são impossíveis de ignorar.

Augusto Cury: conhecimento, experiência, educação emocional e uma trajetória que ultrapassou as fronteiras do Brasil.

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

FUTEBOL : QUANDO TUDO VIRA APOSTA, TUDO PODE VIRAR DESCONFIANÇA

 



O futebol sempre foi conhecido como o “esporte das multidões”. Uma paixão construída na emoção, na rivalidade e, principalmente, na imprevisibilidade. Mas, nos últimos anos, uma pergunta passou a incomodar cada vez mais quem acompanha o esporte: ainda podemos confiar plenamente no que acontece dentro de campo?

A explosão das casas de apostas mudou profundamente o ambiente ao redor do futebol. Hoje, praticamente tudo pode virar aposta: vencedor da partida, número de gols, cartões, escanteios e diferentes acontecimentos do jogo. E quanto maior o dinheiro movimentado, maior precisa ser a fiscalização para impedir que interesses financeiros tentem interferir na competição.

O problema não está simplesmente na existência das apostas esportivas. O perigo aparece quando o dinheiro das apostas se aproxima demais de quem pode influenciar aquilo que acontece dentro de campo.

Casos investigados de manipulação de resultados e de acontecimentos específicos das partidas atingiram diretamente a credibilidade do futebol. Basta surgir uma expulsão estranha, um pênalti duvidoso, uma falha inacreditável ou uma sequência incomum de cartões para que parte da torcida imediatamente pergunte:

“Foi futebol ou tinha aposta nisso?”

Essa desconfiança é devastadora.

O futebol sobrevive porque o torcedor acredita que os jogadores estão tentando vencer, que o árbitro está tentando acertar e que o resultado será decidido pela competência, pelo erro humano e pelo acaso natural do esporte. Quando essa confiança desaparece, desaparece junto uma parte da magia do jogo.

QUANDO TUDO VIRA APOSTA, TUDO PODE VIRAR DESCONFIANÇA

Antigamente, uma falha absurda de um jogador era simplesmente uma falha. Um cartão desnecessário era irresponsabilidade. Um gol perdido debaixo da trave era motivo para revolta e brincadeiras durante a semana.

Agora existe uma sombra sobre cada lance estranho: “Será que alguém ganhou dinheiro com isso?”

Isso não significa que todo erro seja manipulação — seria irresponsável afirmar isso. Futebol continua sendo um esporte de erros, pressão e decisões humanas. Mas o crescimento gigantesco do mercado de apostas criou um ambiente em que preservar a credibilidade passou a ser ainda mais importante.

E existe outro problema: o torcedor deixou de ser visto apenas como torcedor e passou também a ser tratado como potencial apostador.

Patrocínios, anúncios, influenciadores, transmissões e campanhas publicitárias transformaram as apostas em presença constante no universo esportivo. Para muitas pessoas, assistir ao futebol passou a significar também apostar durante a partida.

O FUTEBOL PRECISA PROTEGER SUA CREDIBILIDADE

Casas de apostas legalizadas precisam cumprir regras, e as autoridades esportivas e públicas precisam ampliar fiscalização e mecanismos de integridade. Jogadores, dirigentes, árbitros e demais profissionais com capacidade de interferir diretamente nas partidas devem estar submetidos a controles rigorosos.

Porque sem confiança não existe competição verdadeira aos olhos do público.

Não podemos afirmar que o futebol inteiro esteja manipulado. Isso seria injusto com milhares de atletas e profissionais honestos. Mas também não podemos ignorar que escândalos de manipulação ligados às apostas são capazes de produzir um estrago enorme na imagem do esporte.

O maior patrimônio do futebol não são os contratos milionários, os direitos de transmissão ou os patrocínios.

É a confiança do torcedor.

E quando o torcedor começa a assistir a uma partida desconfiando de cada cartão, cada pênalti, cada falha e cada resultado inesperado, o futebol começa a perder algo que dinheiro nenhum consegue comprar novamente com facilidade:

CREDIBILIDADE.

O futebol precisa continuar sendo decidido dentro das quatro linhas — e nunca pelas cifras que circulam fora delas.

ROMERO LEAL: DE VERTENTES PARA PERNAMBUCO, UMA HISTÓRIA DE LEALDADE, EXPERIÊNCIA E CORAGEM POLÍTICA

Existem homens públicos que simplesmente passam pela política. E existem aqueles que constroem relações, deixam marcas e permanecem presente...