domingo, 28 de agosto de 2011
Mais um show do grupo teatral ÁGAPE
O grupo de teatro ÁGAPE esta de parabens! foi na noite da ultima quinta feira as 21:00em frente a igreja matriz que o grupo teatral fez uma apresentação que emocionou a todos presentes com a peça "PARÓQUIA DE SANTO AMARO 210 ANOS DE FÉ E TRADIÇAO, dirigida pelo universitário Marcos Pontes a apresentação foi fruto de pesquisas feitas pelo Sr. Gersino Pereira e Sra. Marinalva Barbosa,com grandes detalhes de cenário de época e de figurino a peça foi um resgate do principio da história de taquaritinga do norte que se confunde com o começo da paróquia de santo amaro desde o tempo em que a matriz ainda era uma capela até os dias atuais,passando por personagens que vão desde, Dona Maria Ferraz de Brito, até o padre Otto Sailler personalidades que fazem parte da história norte-taquaritinguense, com a apresentação da peça ficou mais uma vez visto que além de cultura o povo de taquaritinga tem história e uma bela história que não pode ser esquecida pela posteridade.
Por Marcos Pontes
Com 9 anos de atraso, FHC afirma: “O país cansou da roubalheira”
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| E precisa de legenda esta imagem??? |
Faça o que eu digo, não faça o que eu faço (fiz)
Fernando Henrique Cardoso, o ex-presidente que herdou o plano real do governo Itamar e conseguiu reduzir a inflação brasileira para níveis razoáveis, além, claro de ter entregue quase todo o patrimônio público brasileiro, ter arroxado salários e gerado enorme problema social para o país, como o aumento expressivo da miséria, do desemprego em massa e maior desproteção social para os desamparados, entre outras credenciais inequívocas de seu legado presidencial, resolveu chamar para si o papel de menestrel pela decência nas coisas públicas e na condenação, veemente, da corrupção.
FHC cunhou a seguinte frase: “O país cansou da roubalheira”.
O ex-presidente está certo em sua afirmação, há que lhe parabenizar pela "sua tese".
Confira, trechos de sua nota, publicada no site “Observador Político”, entremeada com singelos comentários deste blog sobre a legitimidade do cidadão que redigiu tais frases em nome da sociedade brasileira:
“Vira e mexe a questão da corrupção volta à baila. Agora mesmo não se fala de outra coisa. Desde o “mensalão”, com a permissividade do próprio Presidente da época, a onda de desmandos e as teias de cumplicidade se avolumaram...Malfeitorias sempre houve. A diferença é que, de uns anos para cá, ela mudou de patamar com o sinal de perdão diante de cada caso denunciado.
“Não é tão grave assim” ou então, “foi coisa de aloprados” ou ainda de que se trataria “apenas” de dinheiro para pagar contas de campanha eleitoral...O país cansou da roubalheira....
Nesses dois fragmentos de sua tão festejada nota, uma espécie de "invenção da indignação social brasileira", sob a grandiosa liderança do príncipe dos sociólogos, FHC cutuca Lula, quem o superou em todos os níveis possíveis de benfeitos na administração federal, perdendo, é bem verdade, na entrega do patrimônio público, na estagnação econômica prolongada, nos altos custos sociais imposto aos mais pobres e na vaidade incabível n'alma.
FHC não esquece Lula, é uma obsessão para o ilustre morador de Paris. FHC não perdoa e nunca o perdoará pela popularidade e pelo legado do Novo Brasil que Lula edificou, ao desconstruir o ideário neoliberal fracassado do governo tucano, que, eleição após eleição, costuma ser negado várias vezes pelos candidatos do PSDB, como fizeram Serra, duas vezes, em 2002 e 2010, e Alckmin em 2006, e que prenuncia mais uma (re)negação em 2014.
O ex-presidente está certo em sua afirmação, há que lhe parabenizar pela "sua tese".
Confira, trechos de sua nota, publicada no site “Observador Político”, entremeada com singelos comentários deste blog sobre a legitimidade do cidadão que redigiu tais frases em nome da sociedade brasileira:
“Vira e mexe a questão da corrupção volta à baila. Agora mesmo não se fala de outra coisa. Desde o “mensalão”, com a permissividade do próprio Presidente da época, a onda de desmandos e as teias de cumplicidade se avolumaram...Malfeitorias sempre houve. A diferença é que, de uns anos para cá, ela mudou de patamar com o sinal de perdão diante de cada caso denunciado.
“Não é tão grave assim” ou então, “foi coisa de aloprados” ou ainda de que se trataria “apenas” de dinheiro para pagar contas de campanha eleitoral...O país cansou da roubalheira....
Nesses dois fragmentos de sua tão festejada nota, uma espécie de "invenção da indignação social brasileira", sob a grandiosa liderança do príncipe dos sociólogos, FHC cutuca Lula, quem o superou em todos os níveis possíveis de benfeitos na administração federal, perdendo, é bem verdade, na entrega do patrimônio público, na estagnação econômica prolongada, nos altos custos sociais imposto aos mais pobres e na vaidade incabível n'alma.
FHC não esquece Lula, é uma obsessão para o ilustre morador de Paris. FHC não perdoa e nunca o perdoará pela popularidade e pelo legado do Novo Brasil que Lula edificou, ao desconstruir o ideário neoliberal fracassado do governo tucano, que, eleição após eleição, costuma ser negado várias vezes pelos candidatos do PSDB, como fizeram Serra, duas vezes, em 2002 e 2010, e Alckmin em 2006, e que prenuncia mais uma (re)negação em 2014.
...Por que temer a coleta de assinaturas para uma CPI? Claro, se esta CPI for para valer não deverá nascer arimbada de anti-governo, mas de pró-Brasil, mesmo porque com maioria avassaladora o governo pode controlar as CPI’s, tornando-as carimbadoras de atestados de boa conduta dos acusados.
Nesta passagem, em sua epístola aos justos e honestos, FHC arroga para si, sem a prerrogativa da autoria, aquele velho ditado: "Faça o que eu digo, não faça o que eu faço (fiz)". Nunca houve, na história da república brasileira, governo que, sob o trator da aliança política com os conservadores do PFL, setores do PMDB e abençoado pela mídia afeita as suas políticas de governo, demolisse, sem nenhum escrúpulo, qualquer tentativa de erigir uma CPI contra o seu governo.
E não faltaram motivos para isso, um deles, escandaloso, entre tantos outros escândalos abafados em sua administração, foi, sem dúvida alguma, a emenda da reeleição, apresentada pelo governo para possibilitar a FHC, em nome de uma suposta estabilidade social e econômica do Brasil, que concorresse a sua própria sucessão em 1998! Ou seja, mudaram a regra do jogo durante o desenrolar da partida! O que se sabe, mas nunca se deixou investigar, por conta, justamente do rolo compressor na Câmara e no Senado do PSDB/PFL e PMDB, inúmeras denúncias que apontavam para compra de votos para a aprovação da emenda por 60% do parlamento, corrompendo partidos e parlamentares, inicialmente contrários a idéia, com muitos milhões de reais.
Pois então FHC, por que seu governo temeu tanto uma CPI?
Por que não deixou, que ao menos, uma CPI sequer investigasse, por exemplo, a compra de votos para a emenda da reeleição?
Sua "carta aos justos e honestos" é pura retórica e conta com o esquecimento da sociedade para obter apoio público.
Mas não basta denunciar, demitir, prender. É preciso buscar convergências em favor da decência nas coisas públicas. Deve-se ir fechando os canais que facilitam a corrupção. Pode-se reduzir drasticamente, por exemplo, o número de pessoas nomeadas para o exercício de funções públicas sem pertencer ao quadro de funcionários da União, os famosos DAS. Por que não propor no Congresso algo nesta direção?
Taí outro trecho que só alcança sucesso a partir da presunção do esquecimento coletivo ou da maioria da sociedade.
FHC nunca propôs um projeto de lei para a redução dos cargos de confiança na administração federal e não foi por falta de tempo: teve 8 anos de mandato.
E não foi por falta de apoio político: sempre governou com ampla maioria do parlamento.
E não foi por medo de enfrentar a imprensa brasileira: esta sempre lhe foi fiel escudeira.
Então, a pergunta que se faz necessária: por que, príncipe da sociologia, seu governo não trabalhou com o mesmo afinco, como o mesmo que perseverou pelas privatizações, pela reforma da previdência, pela criação do fator previdenciário, por exemplo, para emplacar a modernização do aparelhamento do Estado?
Teve a oportunidade política para "fazer e acontecer" no parlamento. Mas não fez... E agora dita a receita do que desconhece como prática política.
...a sociedade não agüenta mais e atribui só a eles e seus apadrinhados os malefícios do Executivo.”
De fato a sociedade brasileira não suporta mais os malfeitos, tanto do Executivo quanto os do Judiciário/Legislativo.
FHC está corretíssimo, mas sua consciência sobre aquilo que pensa a sociedade chega com atraso, de "insignificantes", 9 anos, se regozija no achado de uma frase que vai de encontro aos anseios dos justos e honestos deste país, mas que, de imediato, a História lhe destitui a genuína credencial para a felicidade do acerto.
E deu sua resposta em 2002, ao interromper a continuação do governo neoliberal do PSDB, representado pela candidatura de Serra e eleger um governo de interesse nacional!
Revoltou-se e disse NÃO aos escândalos da compra de votos para a reeleição de FHC; das privatizações, a preço de banana, do patrimônio público do país, com financiamento paternal para compradores estrangeiros; dos grampos ilegais no BNDES; do caso Marka/FonteCindam/Cacciola; do Sivam; do Caixa-dois das campanhas de FHC em 1994 e 1998, mais de R$ 15 milhões irregulares; do DNER (maiores que os desvios do DNIT); dos rombos na Sudam e na Sudene que ultrapassaram a cifra dos R$ 3,5 bilhões; do calote no governo federal no Fundef de mais de R$ 11,1 bilhões; do superfaturamento na compra dos computadores do FUST; dos desvios R$ 4,5 milhões de recursos do FAT pela Fundação Teotônio Vilela, órgão do PSDB; das obras irregulares apontada pelo TCU, cerca de 120 com indícios graves de corrupção, como por exemplo a construção da hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares e custou o dobro; do tráfico de influência do diretor do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio, tesoureiro de campanha de Serra e de FHC; da intervenção na Previ, fundo de previdência do Banco do Brasil e com mais de R$ 38 bilhões em ativos, a pedido de Daniel Dantas do Oportunity; vazamento de informações do Banco Central no caso da desvalorização do real em 1998, somente após as eleições, para ajudar a reeleger FHC; do Proer para "ajustar o sistema financeiro brasileiro" consumiu 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões; apagão de 2001, oito meses de racionamento de energia elétrica e um custo adicional aos consumidores que foram obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas somou R$ 22,5 bilhões; entre tantos outros desmandos e malfeitos...
O povo cansou disso tudo!
O povo cansou também do aumento colossal da carga tributária nos oito primeiros anos do plano real, da correção pífia da tabela de imposto de renda sobre a pessoa física em apenas 17,5% em oito anos, soterrando a classe média de tributos, da criminalização dos movimentos sociais, da subserviência do governo brasileiro aos interesses internacionais, do engavetamento da corrupção na CGU, do sucateamento criminoso da Petrobrás e na falta de apoio e investimento à Polícia Federal para cumprir sua missão republicana e investigar os crimes, com ferramentas modernas e eficazes.
FHC está corretíssimo: O povo cansou da roubalheira!
Mas também está atrasadíssimo em sua tese, por apenas 9 anos, o que para a história pode ser considerado um tempo ínfimo, mas neste caso, tal afirmação se configura em um oportunismo legítimo de quem prega aquilo pelo qual jamais teve apreço ou filiação quando governou este país.
Expansão do ensino universitário e técnico no Brasil: condição para o desenvolvimento
O lançamento da terceira fase do Plano de Expansão da Rede Federal de Educação, ocorrido na última segunda feira (22), marca o esforço que o governo brasileiro vem fazendo para modificar o quadro do ensino universitário e da qualificação técnica e científica no país. O Plano prevê a criação de quatro novas universidades, 47 campi federais e 208 Institutos Profissionais e Tecnológicos, distribuídos em municípios de todos os estados da federação, selecionados entre os que se situam nas faixas de até 50 mil e de até 80 mil habitantes.
No Rio Grande do Sul serão implantados dois novos campi universitários, um da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Cachoeira do Sul, no Vale do Jacuí, região Central, e outro da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Tramandaí, no Litoral Norte. Serão criados, até 2014, 16 novos Institutos Federais de Ensino Técnico (IFETs), em todas as regiões do estado, e 40 novas Escolas Técnicas Federais, em 38 municípios gaúchos. O número total de matrículas no ensino universitário federal no Rio Grande do Sul chegará a 84 mil e a 44 mil no ensino técnico e tecnológico.
Em todo o Brasil, a meta fixada para 2014 será atingir 1,2 milhão de matrículas nas universidades federais e 600 mil nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Um esforço importante, que colocará o Brasil e sua população em condições mais favoráveis para enfrentar as transformações em curso no mundo contemporâneo. A passagem da era industrial, baseada no petróleo e nos automóveis, para a era da informática, firmada nas tecnologias de comunicação e informação, produzirá um reordenamento na economia mundial e nos países que a lideram. Só aqueles que estiverem preparados para enfrentar os novos desafios colocados, sejam países ou populações, terão condições de ocupar posição de relevo.
Depois de “dormir em berço esplêndido” durante séculos, o Brasil despertou nas últimas décadas e se lança agora ao esforço de recuperar o tempo perdido. Último país das Américas a criar uma universidade e figurando hoje entre os países com menor número de estudantes universitários proporcionalmente à sua população, o Brasil precisa, de fato, ter pressa.
Segundo o Mapa da Educação Superior, produzido pela UNESCO em 2008, enquanto no Brasil apenas 20% dos jovens na faixa dos 18 aos 24 anos frequentavam universidades, no Chile eles somavam 43% e na Argentina chegavam a 61%. Números que não são muito diferentes dos encontrados na França, na Espanha e no Reino Unido, onde o total de estudantes universitários situa-se sempre acima de 50% dos jovens da referida faixa etária.
De acordo com o mesmo estudo da UNESCO, grande parte dos estudantes universitários brasileiros está matriculada em instituições superiores particulares. Apenas 27% deles estão em universidades públicas, colocando o país no último lugar entre os países pesquisados na América Latina e no Caribe quanto à freqüência de instituições superiores públicas. À frente do Brasil situam-se El Salvador (penúltimo lugar), com 34%, o México, com 66%, e a Argentina (primeiro lugar), com 75% dos estudantes universitários na rede pública.
Vem crescendo, no entanto, nos últimos anos, o acesso das classes C e D ao ensino superior no Brasil. Segundo estudo do Instituto Data Popular, realizado com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a classe D ultrapassou, desde 2009, a classe A no número de estudantes nas universidades públicas e privadas brasileiras. Os estudantes das classes C (renda familiar entre três e dez salários mínimos) e D (renda familiar entre um e três salários mínimos) somados representam 72,4% dos estudantes universitários no país.
O Plano de Expansão da Rede Federal de Educação, agora anunciado, evidencia um redirecionamento significativo na política educacional brasileira. Iniciado no governo Lula, com a retomada da criação de escolas técnicas federais, com a ampliação das vagas e dos cursos nas universidades federais, bem como com a criação do financiamento estudantil público, o redirecionamento agora se aprofunda. O Estado, por meio do governo federal, assume a tarefa de expandir os ensinos universitário, técnico e tecnológico no país, levando-os a todas as regiões e aos seus municípios de pequeno e médio porte – o que facilitará também o acesso da população de baixa renda ao ensino técnico e universitário públicos.
O Brasil se prepara, finalmente, para ingressar no rol das nações desenvolvidas. Fará isto, ao que tudo indica, incorporando cada vez mais o conjunto amplo de sua população às benesses do desenvolvimento econômico, social e cultural. Aliás, é bom que não se esqueça nunca, tomando por base as Nações desenvolvidas, que as possibilidades de desenvolvimento de um país só se tornam plenas quando se tornam plenas também as possibilidades de desenvolvimento das mais amplas parcelas de sua população.Editorial Sul21
Postado por O TERROR DO NORDESTE
Limite de renda para o Minha Casa, Minha Vida 2 sobe para R$ 5,4 mil
Da Redação do Portal +AB
Da Redação do G1
O limite de renda para aquisição da casa própria dentro do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida 2" passou de R$ 4,65 mil para R$ 5,4 mil, conforme resolução do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) publicada no "Diário Oficial da União" nesta quinta-feira (16).
A resolução prevê renda familiar mensal bruta de até R$ 5,4 mil para imóveis em cidades de regiões metropolitanas ou com população superior a 250 mil habitantes. Nos demais municípios, o limite é R$ 3,9 mil.
A segunda etapa do "Minha Casa, Minha Vida" será lançada pela presidente Dilma Rousseff nesta quinta. A meta do governo é construir mais de 2 milhões de casas até 2014, quando termina o mandato de Dilma.
Desde o lançamento do primeiro "Minha Casa, Minha Vid"a, em 2009, foram contratadas mais de 1 milhão de unidades habitacionais, das quais 253 mil foram, de fato, entregues, segundo dados do Ministério das Cidades. Os investimentos do governo federal somaram mais de R$ 50 bilhões.
O governo mantém sigilo sobre o custo total da segunda etapa do programa e da quantidade exata de casas que serão construídas.
Na semana passada, o presidente da Caixa Econômica, Jorge Hereda, disse que o "Minha Casa, Minha Vida 2" terá recursos entre R$ 120 bilhões e R$ 140 bilhões para financiar residências para famílias com renda de até 10 salários mínimos.
Segundo ele, o banco estatal continuará liderando os desembolsos para o programa, com cerca de 80% do total concedido. Ele afirmou que cerca de R$ 70 bilhões deverão ser direcionados para famílias com rendimento mensal de zero a três salários mínimos.
A segunda etapa do programa habitacional foi anunciada em março do ano passado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, os investimentos previstos do governo federal eram de R$ 71,7 bilhões. No entanto, segundo o Ministério das Cidades, o valor foi revisto e será maior.
Lançamento
O lançamento deve contar com a presença de ministros, governadores, prefeitos e parlamentares. A presidente Dilma Rousseff e a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, vão discursar.
Às vésperas do lançamento do programa, Dilma, Belchior e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ainda decidiam os últimos detalhes em reunião no gabinete da presidente, nesta quarta (15). Dilma também se encontrou com a ministra do Planejamento na terça (14).
Para garantir o “efeito surpresa” no evento de apresentação da segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida, as assessorias dos Ministérios do Planejamento, das Cidades e da Caixa Econômica Federal receberam recomendação expressa da Presidência para não vazar informações sobre o programa.
IBGE lança edital de seleção para 224 vagas em Pernambuco
Da Redação do Portal +AB
De 29 de agosto a 19 de setembro, estarão abertas as inscrições para vagas temporárias para Agente de Pesquisas e Mapeamento (salário mensal de R$ 850,00). Os selecionados terão contratos de até dois anos, renovados mensalmente. As inscrições serão feitas no site da Consulplan (www.consulplan.net), empresa responsável pela operacionalização desta seleção, no período de 0h00min do dia 29 de agosto até 23h59min do dia 19 de setembro (horário de Brasília) e custarão R$ 20,00.
Os candidatos que não dispuserem de acesso à internet poderão realizar a inscrição em Postos de Inscrição Informatizados, no mesmo período, exceto sábados, domingos e feriados, no horário das 9h às 12h e das 14h às 17h. A lista contendo os endereços dos Postos de Inscrição informatizados foi divulgada em 10 de agosto de 2011 no site da Consulplan.
O edital para o Processo Seletivo Simplificado foi publicado dia 29/07 no Diário Oficial da União e pode ser lido na íntegra no link www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/temporario_abertos.shtm e no site da Consulplan. As provas objetivas estão previstas para 30 de outubro e as convocações deverão ser realizadas a partir de 24 de novembro deste ano. A jornada de trabalho do Agente de Pesquisas e Mapeamento será de 40 horas semanais (oito horas diárias). O contratado receberá auxílio-alimentação e auxílio-transporte, assim como terá direito a férias e ao 13º salário. A escolaridade mínima exigida é o ensino médio concluído.
Há outros pré-requisitos detalhados no edital, onde também podem ser encontrados os conteúdos programáticos das provas, que serão compostas por questões de múltipla escolha. Há 235 vagas reservadas a pessoas portadoras de deficiência em todo o Brasil. O candidato portador de deficiência deverá verificar se há este tipo de vaga no município ao qual deseja concorrer.
Código Florestal longe do consenso
BRASÍLIA - A audiência pública com três ex-ministros da Agricultura para debater o Código Florestal hoje no Senado demonstrou que, com relação a este assunto, a disputa entre ambientalistas e ruralistas está longe do fim.
Comandantes da Pasta em três períodos distintos - durante a ditadura militar (Alysson Paulinelli), no governo Fernando Henrique (Francisco Turra) e no governo Lula (Reinhold Stephanes) elogiaram o texto aprovado na Câmara. Apesar das polêmicas, o consenso entre eles é que o projeto deve ser aprovado o quanto antes pelos senadores, com apenas pequenas alterações na redação, e não no conteúdo.
No dia anterior, no entanto, seus colegas ex-ministros do Meio Ambiente foram categóricos em afirmar que o projeto representa um retrocesso e causará mais desmatamentos. Mas a avaliação daqueles ligados à agropecuária é outra. Ministro do governo tucano, Turra chegou a dizer que a proposta, se aprovada como está pelos senadores, será " um estímulo à preservação". Isso porque o código vigente, segundo ele, é "impraticável" e o novo será cumprido, acabando com a criminalidade ambiental.
— Na audiência de ontem ficamos ouvindo colegas dos senhores, mas é tão distante os posicionamentos dos senhores de hoje dos dos colegas de ontem, que parece que vivemos em países diferentes. As posições sobre a mesma matéria são antagônicas. Ontem (anteontem) foi unamidade entre os ministros de que o texto que veio é muito ruim e precisa ser mudado. Hoje ouvimos que o texto é muito bom e tem que ser mantido. Temos uma situação complexa — reconheceu o senador Jorge Viana (PT-AC), um dos relatores da matéria.
As diferenças entre os dois grupos é tão grande, que diante da proposta de Viana de que todos os ex-ministros das duas áreas se encontrassem reservadamente para uma reunião a fim de oferecer propostas aos senadores, Stephanes, que já tentara negociar o tema com o colega Carlos Minc quando ambos eram ministros, disse que a missão era impossível. A sugestão de Viana serviu como mote para que o hoje deputado desandasse a falar mal dos ambientalistas.
— Eu nasci na enxada, fui educado em colégio agrícola. Ajudei a colonizar Rondônia, eu tenho uma certa visão. Quando eu estava fazendo isso, o ministro Minc tava fazendo o que na praia? Tá vendo a dificuldade de tratar com os ministros de Meio Ambiente? Quando eu ia pra mesa (negociar), acabava em desastre porque o discurso era ideológico, não era técnico — reclamou Stephanes, que também condenou "excessos" cometidos por órgãos ambientais.
A crítica ao Código Florestal vigente foi comum entre os três convidados a falar sobre o tema na audiência pública conjunta das comissões de Meio Ambiente, Agricultura e Ciência e Tecnologia. Stephanes citou dados da Embrapa que dão conta de que ao menos um milhão de pequenos produtores ficariam inviabilizados, caso seguissem a lei. Isso porque o código proíbe ocupações às margens de rios, consideradas àreas de Preservação Permanente (APPs). Em casos de rios com mais de 200 metros de largura, por exemplo, a vegetação nativa tem que ser mantida em 500 metros de cada lado do rio.
— Esse código foi montado sobre um achismo sem precedentes. Eu acho que nós temos que ter bom senso. O próprio Ministério do Meio Ambiente já aceita composições. O que não pode é aquela estupidez que tá lá na lei, que eles não têm condições de fiscalizar. O fiscalismo no Brasil, especialmente nessa área, está sendo matéria de criar dificuldades para vender facilidades. Será que é isto que nós queremos no país? — Questionou Alysson Paulinelli, que foi ministro da Agricultura entre 1974 e 1979. Na época, a legislação ambiental estava sob sua gestão, já que o país não tinha uma pasta específica para cuidar de meio ambiente.
A polêmica emenda 164 do texto aprovado pela Câmara - que permite a manutenção de pasto e lavoura em APPs - deve ser mantida, segundo os ex-ministros, desde que seja feita alteração no texto para deixar claro que o instrumento serve apenas para consolidar o que já foi feito com a terra, e não permitir que novos desmatamentos sejam realizados.
Senadores ligados ao agronegócio, ausentes no debate com os ambientalistas, marcaram presença hoje. A presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO), manifestou preocupação sobre o futuro da expansão agropecuária do país. Ela afirmou que não compareceu à audiência com ex-ministros de Meio Ambiente "de propósito" porque nunca ouve resposta para suas perguntas.
Texto de Catarina Alencastro (Agência Globo)
sábado, 27 de agosto de 2011
Zeca o mito !
Um homem que foi eleito pelo povo duas vezes derrotando "na época" um mito , este homem simples que sempre teve sua vida pautada ao povo , um homem que várias vezes foi humilhado , maltratado e injustiçado , pois é Zeca foi peça fundamental para eleição de Evilásio e hoje também é peça fundamental para reeleição de Evilásio , Zeca hoje é uma liderança querida dentro do palácio das princesas, e Eduardo Campos num encontro regional semana passada citou Zeca , dizendo o seguinte : Meu amigo Zeca de Taquaritinga em 2006 me apoiou quando eu tinha 8% nas pesquisas atraz de Mendonça e Humberto, foi o primeiro Prefeito de partido de oposição a apoiar esta eleição que muitos das oligarquias ultrapassadas achavam impossível, daí nota-se a influência deste homem do povo que é Zeca, e lembrando que Zeca nunca chamou Eduardo de : Dudu dos precatórios , e nunca chamou Arraes de : Velho Babão !
E hoje Zeca tem uma situação cômoda que elege qualquer nome que apoiar para vereador !
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