terça-feira, 19 de julho de 2011

Ladrão recebe liberdade e vai roubar juiz que lhe soltou


Bandido ainda deixou um bilhete na casa do Juiz: “Obrigado doutor por mandar me soltar”
Um Juiz de Direito da Vara Criminal expediu alvará de soltura para um ladrão que já havia praticado dois mil setecentos e oitenta e três furtos em todo o Estado de São Paulo, alegando que ele não oferece perigo a sociedade.

Ao ser solto, o ladrão foi furtar a casa do Juiz que lhe soltou. Além de levar tudo o bandido ainda agradeceu ao magistrado escrevendo um bilhete com os dizeres: “obrigado doutor por mandar me soltar”.

O ladrão, recém-liberto, levou seus comparsas para conseguir furtar todos os pertences do juiz. Furtaram todos os móveis, eletrodomésticos e eletrônicos da casa, incluindo as lâmpadas, quadros, decorações, e até o cachorrinho de estimação da raça chihuahua, que pertencia a filha do juiz.

O delegado que investiga o caso, disse ao repórter de G17 que está cansado de prender o meliante. “Eu prendo, mas a justiça solta. Acho que é a décima sétima vez que ele vai preso”, disse.
 

homem cria armadilha em casa e mata assaltante, e vai responder por homicídio



Cansado de ter casa invadida por mesmo bandido, homem faz armadilha e mata ladrão

15/07/2011 | 14h50min

Cansado de ter a casa invadida pelo mesmo bandido, na cidade de Formosa, em Goiás, a 70 quilômetros do Distrito Federal, José Geraldo Souza, de 32 anos, montou 








uma armadilha para o assaltante.
Ele usou fios, uma ratoeira, um cano, pólvora e munição utilizada em espingarda e armou o 'artefato' sobre a mesa da cozinha. Quando o criminoso, identificado como Jeferson Evangelista, de 32 anos, invadiu a residência na última quarta-feira, pela porta da cozinha, a armadilha disparou, ele levou um tiro no peito e morreu na hora.
Souza foi indiciado por homicídio doloso. Ele pagou fiança, responderá ao processo em liberdade, mas pode pegar até 30 anos de prisão, caso seja condenado.
- Ele exagerou.Quando o bandido invadiu a casa, a ratoeira desarmou e fez os cartuchos dispararem no peito do ladrão - disse a delegada Renata Machado.
José Geraldo alegou que costuma viajar frequentemente e sua casa já tinha sido invadida pelo menos nove vezes.
Um vizinho de José Geraldo viu o ladrão chegando de bicicleta, ligou para o dono da casa, que pediu que ele chamasse a polícia.
- Quando os policiais chegaram, o bandido já estava morto com um tiro no peito - contou o mecânico Júlio Pereira.
Advogados dizem que o dono da casa pode alegar legítima defesa.
- Mas ele sabia que a arma era letal - diz a delegada.
José Geraldo também foi indiciado por porte ilegal de arma.





O Globo 

Paraguaios brincam com Deus

jornal Paraguaio faz brincadeira com o goleiro e o Cristo Redentor (Foto: AFP)


Foi com bom humor e provocação que o jornal paraguaio “Popular” celebrou a classificação da seleção guarani diante do Brasil, no último domingo, pelas quartas de final da Copa América. Herói ao salvar o Paraguai em inúmeras oportunidades no tempo normal, prorrogação e até em uma das quatro penalidades desperdiçadas, o goleiro Justo Villar foi elevado à condição de “São” e virou até Cristo Redentor, maior cartão postal do Rio de Janeiro, em uma montagem.
Diante de Villar, que fechou na última segunda-feira sua transferência para o Estudiantes, da Argentina, o atacante brasileiro Neymar aparece ajoelhado lamentando mais uma chance perdida. A musa Patty Orue, fotografada nas arquibancadas em La Plata também recebeu destaque na capa do diário.

O dia é deles :

Parabéns , que Deus possa dar aos aniversariantes muita paz e saúde !


Eduardo de Matos


Isabel Souza

Bel Souza

Roberto Leandro

Roberto Leandro

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Jovem é executado a pauladas em Toritama







Dida foi bastante agredido antes de falecer.



Um jovem por nome de Wellington, vulgo “Dida” foi espancado até a morte isso aconteceu as margens da PE 90 perto de uma borracharia por volta das 03:00 da manhã deste domingo, o SAMU foi acionado e no local fez os primeiros socorros na vitima (o Dida)ele foi espancado , a pauladas, pedradas e outros objetos e não resistiu aos ferimentos e faleceu depois de dar entrada no hospitala Municipal Nossa senhora de Fátima em Toritama .
Ocaso foi entregue a primeira delegacia de polícia de Toritama,para investigação.


Fonte: Toritama Informa

Olívio Dutra: “A importância do PT está em não se acomodar”





Bigode, a marca registrada do ex-governador gaúcho l Foto: Ramiro Furquim/Sul21
Nubia Silveira
A fala mansa, o bigode farto, o vocabulário marcado por termos típicos do gaúcho do interior, a serenidade ao expor os pontos de vista fazem de Olívio Dutra o tipo inesquecível de qualquer um que já tenha convivido com ele, nem que seja por apenas alguns instantes. Líder estudantil, sindical e político, o ex-governador gaúcho (1º de janeiro de 1999 a 31 de dezembro de 2002) se diz, antes de tudo, um bancário. Fez concurso para contínuo e depois para escriturário no Banco do Estado do Rio Grande do Sul – Banrisul, onde trabalhou até se aposentar. Há 41 anos trocou a cidade de São Luiz Gonzaga, onde estudou e começou a trabalhar, e o distrito de Bossoroca, onde nasceu, por Porto Alegre. Uma troca forçada pelas autoridades, depois de um desentendimento com o prefeito. Desde aquela época vive no mesmo apartamento de dois quartos, na Zona Norte de Porto Alegre, que comprou de um colega bancário.
Olívio presidiu a União São Luizense de Estudentes e o Sindicato de Bancários de Porto Alegre. Foi prefeito da capital gaúcha, governador de Estado, deputado constituinte e ministro do governo Lula. Nenhum cargo conseguiu mudar seus hábitos. Anda de ônibus pela cidade, atende o celular, sempre bem-disposto, e, aos domingos, quando não chove e está em Porto Alegre, pedala por mais de duas horas, no percurso Zona Norte-Centro-Bom Fim- Zona Norte. Apesar dos boatos, diz que não vai se candidatar ao Senado. Está comprometido com os movimentos sociais. Viaja pelo interior do Estado, segundo ele, não para fazer campanha, mas para falar sobre “a construção partidária”.

Nunca participou de qualquer partido político, antes de ajudar a fundar o PT. Mas, reconhece que tinha simpatias pelo Partidão, ao qual pertencia um tio, irmão de sua mãe. Para Olívio, a importância do PT está em “não se acomodar, não passar de um partido de transformação a um partido da acomodação”. É pelo que ele vem lutando há 30 anos.
Com seu jeito simples e gestos que fortalecem as falas, não se nega a fazer críticas. Elogia os governos do petista e amigo Luiz Inácio Lula da Silva, com quem dividiu o apartamento no tempo da Constituinte, mas reconhece: “a estrutura fundamental do Estado brasileiro não foi mexida”. Outro ponto em que, afirma, o país pouco evoluiu foi na questão da reforma agrária. “Nós, na Constituinte, não conseguimos retirar do texto da Constituição uma espécie de aura sagrada da propriedade”, lembra.
Antes de comemorar os 70 anos, com uma grande festa, realizada no dia 11 de junho, ele deu uma longa entrevista (duas horas e meia de conversa) ao Sul21, da qual participaram os repórteres da casa – Milton Ribeiro, Rachel Duarte e Igor Natusch – e os convidados Antônio Oliveira e Poti Silveira Campos.
Milton — O senhor se formou em Letras. Por quê? Depois, virou bancário. Vamos começar com as Letras.

Olívio Dutra –
 Não, eu fui bancário antes de qualquer coisa.

Milton — Antes?

 

Olívio —
Claro. Fui bancário por 35 anos, funcionário concursado do Banco do Estado do Rio Grande. E, aliás, entrei por concurso na função de contínuo do Banco, lá em São Luiz Gonzaga. Só depois de três anos, com concurso interno, feito em Santa Maria, junto com outros, passei a ser escriturário. Então, vim me formar em Letras — licenciatura de Língua Portuguesa e Inglesa, Língua e Literatura — aqui na UFRGS, em 1975. Então, fui mais um trabalhador que estudava do que um estudante que trabalhava. A prioridade era o meu trabalho, o meu emprego, né. Porque cheguei aqui com a Judite grávida da Laura e nós tínhamos o Espártaco com um ano de idade.
Milton — Espártaco.


Olívio –

É. O Espártaco, meu filho, com um ano de idade. E a Judite grávida da Laura. Eu (era) bancário, com nove anos já de profissão bancária, funcionário do Banco, quando cheguei aqui, em 1970, em Porto Alegre. Então…
Milton — Então o senhor…


Olívio –

Mas deixa eu ver como é que eu respondo, como é a questão, porque eu sou formado em ciências ocultas e letras apagadas…
(risos)

Olívio — 
Tem um pouquinho de história mais antiga: o meu pai era um carpinteiro lá em São Luiz Gonzaga quando eu nasci. Nasci em Bossoroca, em 1941. Naquela época, Bossoroca era terceiro distrito de São Luiz Gonzaga. E eu não nasci na vila da Bossoroca, eu nasci no fundão da Bossoroca, onde meus familiares eram agregados no fundo dos campos dos fazendeiros lá no rincão chamado Rincão Feio. Nesse local é que eu nasci, já o segundo filho de uma família de sem terras agregados no fundo de campo. Minha mãe na lida de casa. Nunca foi trabalhar na fazenda. Agora, os irmãos da minha mãe eram peões de fazenda. O meu pai era aramador, ou alambrador, como queira. Para nós, era aramador. Era aquele trabalhador que fazia as cercas, estendia os arames, fazia todas aquelas amarrações. Claro, é no mato. Também ajudava a escolher as árvores, fazia o corte adequado, conhecia madeira e árvores como a unha.


Leia na íntegra

Exposição de Carros Antigos



  No último final de semana, nossa cidade foi movimentada com a exposição de carros antigos. Os expositores deram inicio a exposição no sábado pela manhã com término no domingo. Contamos com a presença do Prefeito da cidade José Evilásio, o ex-prefeito Zeca, e a Banda Musical Dom Luiz de Brito que  encerrou com chave de ouro a manhã com sua apresentação. Muitas pessoas foram conferir durante os dois dias e gostaram.








Seturde Taquaritinga

ROMERO LEAL: DE VERTENTES PARA PERNAMBUCO, UMA HISTÓRIA DE LEALDADE, EXPERIÊNCIA E CORAGEM POLÍTICA

Existem homens públicos que simplesmente passam pela política. E existem aqueles que constroem relações, deixam marcas e permanecem presente...