Subsolo no Agreste é pobre em águas subterrâneas (Foto: Reprodução/ TV Globo)
A Organização Mundial de Saúde (OMS) desenvolveu uma medida para avaliar a disponibilidade de água por habitante e o impacto sobre o desenvolvimento econômico e social. Seguindo o indicador, a situação em Pernambuco é preocupante. “Regiões cujo volume de água per capita é inferior a 1.000m³ por ano por habitante são consideradas com escassez crônica de água, que é o caso aqui do nosso estado”, diz Marcelo Asfora, diretor-presidente da Associação Pernambucana de Águas e Climas (Apac). Segundo a OMS, a situação é ainda mais grave no Agreste: são 800m³ de água por habitante/ano.
Nenhuma outra região do país seria mais vulnerável à falta de água. As condições são as mais adversas: pouca chuva, reservatórios pequenos, subsolo pobre em águas subterrâneas, nenhum grande rio correndo pelas imediações. É o que os técnicos chamam de pior balanço hídrico do país. “Hoje, a situação dos moradores do Agreste é muito crítica: tem um município que está em total colapso. Eu tenho pouca oferta d’água em uma área que tem uma população muito densa”, explica Leonardo Selva, diretor regional da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) no Agreste.
Reservatóriosem crise Os números da escassez são comprovados nos principais reservatórios, que secaram ou estão com pouco líquido. Há 29 municípios enfrentando rodízio: passam dois dias com água e três dias sem. Outras 26 localidades enfrentam um racionamento rigorosíssimo: ficam mais de 10 dias sem água.
Em Santa Cruz do Capibaribe, Barragem de Poço Fundo enfrenta colapso (Foto: Reprodução/ TV Globo)
A situação mais dramática é em Santa Cruz do Capibaribe: os 97 mil habitantes só recebem água nas torneiras de 28 em 28 dias e o reservatório de Poço Fundo não tem mais nenhuma gota. Quase todas as famílias têm caixa d’água em casa e a construção de cisternas é um investimento obrigatório. Quando a água da Compesa não chega, o jeito é apelar para os carros-pipa, uma despesa extra para muitos moradores, que chegam a gastar R$ 170 por mês para prover o bastecimento particular. As famílias mudaram a rotina: lavar louça, só uma vez por dia, e a roupa suja, apenas uma vez por semana.
Situada em Caruaru, Jucazinho é a maior barragem do Agreste e pode armazenar 27 milhões de metros cúbicos de água. Porém, pelas réguas de medição, é possível verificar que o nível recuou 30 metros nos últimos três anos, deixando o reservatório com 18% da capacidade. “A gente está trabalhando com a capacidade abaixo da vazão máxima que poderia ser possível tirar do manancial”, afirma Niadja Menezes, superitendente de Negócios da Compesa no Agreste. O manancial abastece 16 municípios: Caruaru, Riacho das Almas, Cumaru, Bezerros, Gravatá, Passira, Surubim, Casinhas, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Frei Miguelinho, Vertentes, Toritama e Salgadinho.
Barragem de Jucazinho, em Caruaru, está com 18% da capacidade (Foto: Reprodução/ TV Globo)
Bento Rodrigues: povoado soterrado pela Samarco sintetizava um modo de vida tão esquecido pela imprensa quanto os impactos sociais e ambientais do mundo corporativo
Por trás da lama da Samarco afirma-se o gosto amargo de um jornalismo subserviente, a serviço do mercado. Dezenas de pessoas estão desaparecidas em Mariana (MG). Entre elas, crianças. O vídeo acima mostra como era o cotidiano de um povoado destruído. Mas a maior tragédia socioambiental brasileira do século XXI já começa a ser soterrada pelos jornais, após uma cobertura protocolar. Da lama à ordem: ignoram-se os conflitos, minimizam-se as contradições e se assimilam os discursos cínicos de executivos e de membros do governo. Com a clássica blindagem dos sócios da empresa.
Primeiro enumeremos os donos. Já se sabe que 50% da Samarco pertence à Vale, a Vale que tirou o Rio Doce de seu nome e nele despejou lama tóxica. A outra metade pertence à anglo-australiana BHP Billiton, uma fusão da australiana Broken Hill Proprietary Company com a inglesa (radicada na África do Sul) Billiton, atuante nas veias abertas do Chile, Colômbia e Peru (onde tomou uma multa ambiental de US$ 77 mil apóscontaminação por cobre), no Canadá, Reino Unido e nos Estados Unidos, na Argélia, no Paquistão e em Trinidad & Tobago. Já protagonizou na Papua Nova Guiné umacontaminação fluvial histórica. As maiores mineradoras do mundo.
E a quem pertence à Vale? Esse capítulo costuma ser omitido, quando se fala de impactos sociais e ambientais. A empresa é controlada pela Valepar, com 53,9% do capital votante (1/3 do capital total). Com 5,3% para o governo federal, 5,3% para o BNDESpar, 14,8% para investidores brasileiros, 16,9% na Bovespa e 46,2% de investidores estrangeiros (este percentual cai para 33,9% no caso do capital total). De qualquer forma já temos que a Samarco – com a metade anglo-australiana e com esses investidores estrangeiros da Vale – tem mais da metade de suas ações nas mãos de estrangeiros.
E quem manda na Valepar, que controla a Vale? 1) Fundos de investimentos administrados pela Previ, com 49% das ações; 2) A Bradespar, do Bradesco, com 17,4%; 3) A multinacional Mitsui, um dos maiores conglomerados japoneses, de bancos à petroquímica, com tentáculos na Sony, Yamaha, Toyota, com 15%; 4) O BNDESpar, com 9,5. (Ignoremos os 0,03% da Elétron, do Opportunity e seu onipresente Daniel Dantas. E registremos que, com a Mitsui, aumenta ainda mias a participação de estrangeiros na Samarco.)
BNDES? Previ? Mas por que, então, a imprensa acostumada a fustigar o governo federal não fiscaliza com mais atenção a Vale, símbolo da privatização a preço de banana? Simplesmente porque não tem o saudável hábito – a imprensa brasileira – de fiscalizar corporações. E porque essas instituições não estão sozinhas. Porque tem a Mitsui, o Bradesco – o bilionário Bradesco. Com um governador petista dando entrevista coletivana sede da Samarco. (O capitalismo não é para amadores.) Não há um acompanhamento sistemático do custo social e ambiental das aventuras plutocratas, sob governos de siglas diversas. Pelo contrário: o que há é um marketing despudorado.
EXECUTANDO ADVÉRBIOS
Essa rede de donos da Samarco manifesta-se por meio de um jovem executivo, Ricardo Vescovi. Os gerentes de crise da empresa tiraram o site do ar (sabe-se lá com quais informações) e divulgaram esse vídeo do presidente no Facebook. Com seu milagre de multiplicação de advérbios insossos e pronomes totalizantes, insensíveis aos dramas dos mineiros. “Lamentavelmente”, “imediatamente”, “absolutamente todos os esforços” em relação ao “ocorrido”, “todas as ações”, “todos os esforços”, “igualmente não medindo esforços”, “todo apoio”, “toda solidariedade”, “lamentamos profundamente” o “acontecido”.
Os mais desavisados poderão até ficar com dó do pobre coitado. Ainda mais após as declarações do governo mineiro de que a Samarco foi “vítima” do rompimento da barragem. E após jornalistas irresponsáveis replicarem notícias sobre “tremores de terra” que acontecem todos os dias. Muito embora a empresa já soubesse, desde 2013, que a barragem – como outras pelo país que ainda não desabaram – estava condenada. E que essa não tenha sido a primeira tragédia em Minas Gerais. São esses mesmos jornais que não se furtam a cobrir, de forma reverente, o que as empresas chamam de “sustentabilidade”, “responsabilidade social e ambiental”.
Alguém poderá argumentar que um jornal da grande imprensa, o Estadão, divulgou notícia sobre o laudo de 2013 que mostrava os problemas estruturais na barragem. Sim. Em 2015. Mas cabe lembrar que uma ou outra notícia isolada após uma tragédia está longe de caracterizar a cobertura crítica de um setor econômico. Se o tema não se mantém na manchete (passou longe disso, neste domingo, nos principais jornais do país), em artigos recorrentes, editoriais sistemáticos, não há o agendamento político efetivo – e sim o convite ao esquecimento. E à impunidade. (Quem vai fazer uma Operação Lava Lama?)
IMPRENSA DOS VENCEDORES
Essa mesma imprensa se esquece também de contar ao leitor que existe um choque entre modelos de apropriação do território e dos recursos naturais. O vídeo da TV Cultura sobre a comunidade destruída mostra – ainda que com uma abordagem que privilegia o exótico – um modo de vida bem diferente, onde as moradoras vão na casa das outras, plantam-se pimentas no quintal e se produz geleia, coletivamente, em uma associação. Uma lógica econômica muito diversa da predação extrativista – e esgotável – protagonizada pela Samarco, esse nome amorfo emprestado a dois expoentes do capitalismo mundial. Quem disse que há consenso?
Existem movimentos sociais específicos de atingidos pela mineração, ou atingidos pelas barragens. Até mesmo de atingidos pela Vale. Por que não se dá voz a essas pessoas? Se nem após os desastres isso acontece, o que se dirá do dia a dia? Porque os cadernos e até revistas especializadas são de “negócios”, como se esses negócios pudessem pairar (numa sociedade democrática) acima dos interesses dos cidadãos. Por que os calam? Por que essa censura? Por que a destruição de uma comunidade inteira e de um ecossistema não comovem? Porque esse jornalismo é situacionista, economicamente situacionista. Torce para os vencedores.
Os mais eugenistas nem se constrangem em dizer que aquelas populações não deviam estar ali – deviam abrir alas para a distinta mineradora. Como se fosse um bem infinito para o país o esgotamento de seus recursos minerais. Não se questiona o modelo e nem suas conexões com outros temas: a falta d’água, o crescimento e a falta de infraestrutura das periferias urbanas, inchadas também pela expulsão das populações tradicionais. Faz-se tudo menos um jornalismo sistêmico, que consiga olhar para temas simultâneos, para tendências econômicas e para o clima, para a desigualdade e os riscos ambientais. Com nome aos bois (ou aos caranguejos), o nome dos beneficiários. Quem ganha com isso?
NATURALIZAÇÃO
De um modo geral o efeito obtido no caso de Mariana é o de naturalização de uma matança e de um crime ambiental histórico. Como não houve chuvas, inventa-se um terremoto. A morte horrível de moradores e a destruição de um povoado por uma empresa ganham, no máximo, uma cobertura similar à das tragédias em São Luís do Paraitinga ou Petrópolis (fruto também da especulação imobiliária), ignorando a cadeia de sócios, os interesses políticos em torno das mineradoras ou o risco estrutural que esse tipo de exploração impõe ao ambiente, aos trabalhadores e vizinhos, bola pra frente que em janeiro teremos “outras enchentes”. Como se fizesse parte do sistema ser soterrado por uma lama tóxica enquanto se planta alface.
Vírus da zika é transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o Aedes aegypti Foto: Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas
Em pouco mais de três meses e em um surto sem precedentes, o Brasil já registra 399 casos notificados de recém-nascidos com microcefalia, má-formação do cérebro que pode levar a problemas graves no desenvolvimento da criança.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (17) pelo Ministério da Saúde. Ao todo, os casos já abrangem sete Estados: Pernambuco, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Ceará e Bahia.
O maior número de notificações ocorre em Pernambuco, o primeiro Estado a perceber uma mudança em relação à anomalia, até então considerada rara. Desde agosto, o Estado já soma 268 casos de bebês com microcefalia. Em seguida, estão Sergipe, com 44 casos, e Rio Grande do Norte, com 39.
Para comparação, o país somava cerca de 100 a 120 casos por ano de recém-nascidos com o diagnóstico. "A média anual já foi altamente superada", afirma o diretor de vigilância de doenças transmissíveis no Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch.
Segundo o diretor, é "altamente provável" que o aumento inesperado de casos tenha relação com uma possível infecção das gestantes pelo vírus da zika, uma nova doença identificada no país neste ano e transmitida pelo mesmo vetor da dengue, o Aedes aegypti.
A relação ocorre após resultados de exames em gestantes da Paraíba cujos bebês foram diagnosticados com microcefalia ainda na gestação. Tal avaliação, feita por meio da coleta de amostras do líquido amniótico, apontou a presença do genoma do vírus zika nas amostras.
"Isso fecha o diagnóstico? O que a gente pode responder nesse momento é quase. Porque não é esperado que exista vírus zika em nenhum tecido do corpo humano. Isso mostra uma infecção aguda, que além de estar presente no organismo [da mãe], passou para o feto", afirma Maierovitch.
Outros fatores corroboram para que o vírus "primo" da dengue seja elevado à principal suspeita: os relatos de mães de recém-nascidos que afirmaram ter tido durante a gestação manchas vermelhas no corpo, um dos sintomas característicos da infecção, e a coincidência temporal dos casos com o início da circulação do vírus zika no país, "algo que nunca aconteceu antes na nossa história".
Apesar dos indícios, o diretor pondera que ainda não é possível descartar "fortemente" outros fatores também em avaliação, como infecções por outros vírus e bactérias. No Pernambuco, resultados de exames têm dado negativo para alguns dos motivos antes mais frequentes para a microcefalia, como toxoplasmose e citomegalovírus, como a Folha de S.Paulo divulgou no último domingo (15).
Segundo o Ministério da Saúde, a confirmação da causa deve ocorrer após análise conjunta de exames a serem feitos em gestantes e recém-nascidos, a partir da coleta de sangue, líquido do bebê e até mesmo de amostras do cordão umbilical e placenta. De acordo com Maierovitch, a coleta de líquido amniótico dentro do útero "não deve ser realizada de forma indiscriminada", por ser um procedimento considerado invasivo para o bebê.
AVISO OBRIGATÓRIO
Diante do avanço de casos, o Ministério da Saúde declarou, na última quarta-feira, emergência nacional em saúde pública. A medida visa reforçar a vigilância e agilizar as ações de prevenção e assistência.
Agora, com o reforço na suspeita de que a situação tenha relação com o vírus zika, o governo definiu que todos os Estados notifiquem novos casos de microcefalia ao Ministério da Saúde.
Essa notificação compulsória visa permitir que o governo tenha controle sobre o avanço do quadro no país. "A preocupação é enorme, porque é uma situação nova, e é grave", diz o diretor.
Após ser identificado no país em junho deste ano, o vírus zika se espalhou e já tem circulação confirmada em 14 Estados. São eles: Roraima, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Paraná.
A doença, porém, pode ter circulação ainda maior, uma vez que 80% dos pacientes infectados por zika não apresentam sintomas, o que torna "impossível" estimar a magnitude da epidemia, diz Maierovitch. Frequentemente, a doença é confundida com a dengue. O tempo de duração dos sintomas da zika, mais brandos, é menor - menos de cinco dias.
MICROCEFALIA
O recém-nascido com microcefalia tem o perímetro da cabeça menor do que a média, que é de 34 a 37 cm. A Saúde definiu como critério para notificação os casos em que o perímetro da cabeça é menor ou igual a 33 cm.
Todos os registros ainda devem ser confirmados após exames.
Em geral, crianças com essa condição podem ter problemas no desenvolvimento, com limitações para falar, andar, escutar, entre outros. Cerca de 90% dos casos de microcefalia estão relacionados a deficiência mental. Em situações mais graves, a ocorrência pode levar à morte do bebê - no Rio Grande do Norte, uma morte é investigada como possível decorrência da microcefalia.
Para identificar os casos, o Ministério da Saúde recomenda que profissionais de saúde sigam os protocolos formulados ou utilizados pelas respectivas secretarias de saúde, que informam quais exames devem ser realizados e estabelecem hospitais de referência para atendimento às mães e bebês.
Alguns Estados, como Pernambuco, já elaboram protocolos para atendimento às gestantes que suspeitam, por meio de ultrassonografia, que seus bebês tenham o quadro ou que tenham tido contato com zika. A ideia é orientar os profissionais sobre novos exames a serem realizados.
Entre as medidas de precaução, estão não tomar remédios sem orientação médica, evitar ambientes com mosquitos e contato com pessoas suspeitas de infecções.
GRAVIDEZ
Já quem ainda pretende engravidar neste período deve conversar com seus familiares e médicos sobre possíveis riscos ao bebê, diz o Ministério da Saúde.
Maierovith afirma que a recomendação ocorre devido à falta de informações claras sobre as causas da microcefalia e sua relação com a zika. Para ele, mulheres precisam "pensar duas vezes [sobre a decisão de engravidar] diante de um vírus desconhecido".
"É o que chamamos na saúde de princípio da precaução: quando declaramos nossa ignorância em relação a um assunto, mas não podemos nos omitir diante dele", diz.
Acidente aconteceu na Praia dos Carneiros, em Tamandaré
Foto: divulgação/Setur
Um bebê de 11 meses morreu afogado no último sábado (14) em uma piscina do Condomínio Praia dos Carneiros, em Tamandaré, no Litoral Sul do Estado. Segundo a polícia, Kauã Gabriel Lins da Silva já havia sido resgatado duas vezes no mesmo dia pelo porteiro do residencial, localizado na Rua L, próximo a uma subestação da Celpe.
Os pais da criança, Leonardo José da Silva e Rafrisa Rafaelle de Abreu Lins Vasnconcelos, estavam no local na hora do incidente. A polícia informou que vai investigar o caso.
O centro médico de Langone, da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, anunciou, nesta segunda-feira (16), a conclusão do transplante mais bem sucedido e extenso de rosto já feito até o momento. A cirurgia, que durou 26 horas, contou com o esforço e dedicação de mais de 100 profissionais, entre médicos, enfermeiros, equipe técnica e de apoio.
Patrick Hardison, 44 anos, do estado do Mississippi, nos Estados Unidos, teve a face desfigurada em setembro de 2001, após um acidente de trabalho. O jovem, que tinha 30 anos na época, era bombeiro voluntário e entrou em uma casa em chamas para salvar uma mulher. No momento do salvamento, o teto do imóvel desabou e atingiu em cheio o rosto de Patrick que sofreu queimaduras de 3° grau no rosto, orelha e cabelo, ficando irreconhecível. Para chegar ao "resultado final", o ex-bombeiro já havia enfrentado mais de 70 cirurgias.
O transplante, que foi realizado em agosto deste ano, teve como médico responsável o Dr. Eduardo Rodriguez, chefe do departamento de cirurgia plástica, que liderou a operação após um ano de preparativos, disse o centro médico.
A plástica se estendeu do topo da cabeça até o pescoço, incluindo também a reconstrução das orelhas. A nova pela de Patrick foi doada por um jovem de 26 anos.
OUTRO CASO - Em março, um hospital espanhol informou que havia realizado com sucesso o que chamou então de o transplante facial mais complexo até hoje: consistiu na reconstrução da parte baixa do rosto, queixo, boca, língua e garganta de um homem anônimo terrivelmente desfigurado por uma doença.
O hospital universitário Vall d'Hebrón de Barcelona informou que a operação reconstruiu dois terços do rosto do homem de 45 anos.
Em 2010, o mesmo hospital praticou o primeiro transplante facial toral em um homem que sofreu um acidente que o deixou sem nariz e deformou sua mandíbula e maçãs do rosto.
O primeiro transplante facial parcial do mundo foi praticado por médicos franceses em 2005, numa mulher que foi atacada pelo cachorro.
Na última quinta-feira (12) o Secretário de Obras e Urbanismo supervisionou os serviços de construção da quadra de esportes que está sendo construída em frente a Escola Municipal Padre José de Anchieta na comunidade de Mateus Vieira.
A quadra ficará pronta em breve e se constituirá no espaço físico ideal para o desenvolvimento integral das crianças, e dos jovens da comunidade, pois possibilitará o desenvolvimento das potencialidades e das habilidades sejam elas: motoras, cognitivas ou afetivas.
A quadra de esportes é necessária não somente para fins esportivos como a pratica de futebol – basquete – vôlei – handebol – ginástica – capoeira – dança dentre outas modalidades. Ela é uma importante ferramenta pedagógica, pois possibilita a inclusão da comunidade local, seja através do aspecto cultural como festivais, gincanas, apresentações folclóricas juninas festejos natalinos comemorações dias das mães e tantas outras apresentações, como nas manifestações dos próprios alunos da escola através de debates, apresentações de trabalhos, feira de ciência, seminários e palestras.
Confira as imagens
É o Governo Municipal a cada dia criando as condições objetivas para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Pois só com muita competência é possível continuar trabalhando e avançando com o povo.
Sabemos que na maioria das cidades pequenas a politica toma contornos que chegam a ser patéticos , brigas , intrigas , armações e etc. Mais na Dália da Serra algumas coisas tem sido ridículas , como por exemplo a tentativa de impedir que os Quiosques da Praça Central sejam construídos , políticos da 3° Via e da Oposição Tradicional tentam a todo custo impedir que a obra seja concluída, e o caso tem gerado revolta dos donos de Barracas e de familiares , um dos donos em conversa com nossa reportagem disse o seguinte :"A OPOSIÇÃO DEVERIA SE PREOCUPAR COM COISAS QUE PREJUDICAM A POPULAÇÃO, COMO O PÉSSIMO ATENDIMENTO NO BANCO DO BRASIL E NOS CORREIOS, MAIS INFELIZMENTE ELES SÓ QUEREM ATRAPALHAR AS COISAS BOAS QUE VEM ACONTECENDO NA CIDADE, E MUITOS DESSES QUE ESTÃO RECLAMANDO DESSA OBRA, FORAM CONIVENTES COM A CONSTRUÇÃO DE CALÇAMENTOS COM SANEAMENTO COM MANILHA DE 100 NOS ESGOTOS , SEM FALAR NOS CALÇAMENTOS SEM SANEAMENTO QUE JÁ FORAM FEITOS PELAS PESSOAS QUE HOJE ESTÃO JUNTOS DESSES QUE ATACAM A ADMINISTRAÇÃO", alguns opositores alegam que a obra prejudica a mobilidade urbana , mais vejam só essas mesmas pessoas defendem as mudanças feitas na cidade de Santa Cruz , aonde várias ruas e retornos foram fechados , e nesses retornos só tem o bloqueio, ai em Santa Cruz é tudo bonito , e tudo para melhorar e aqui é tudo com essa má vontade e a tentativa de atrapalhar, mais para a oposição o tiro está saindo pela culatra pois a maioria da população tem defendido a construção dos Quiosques.
Outro ponto de discussão e ai a Oposição conseguiu que não fosse a frente, foi a Concessão para a exploração do potencial Turístico do Açude Santo Amaro , a ideia da Prefeitura era fazer do Açude Santo Amaro como é o Açude da Cidade de Triunfo, aonde o Açude tem pedalinhos e uma estrutura que é explorada todos os finais de semana e feriados , mais a oposição que em tempos atras doou uma parte do terreno do Açude Santo Amaro, não quis que o Açude fosse explorado turisticamente, é a tática do quanto pior melhor , atitudes como estas são lamentáveis para a cidade , e em 2016 a população dará a resposta se concorda ou não com essas atitudes.
Nas foto um exemplo de como o Açude Santo Amaro seria explorado :