segunda-feira, 24 de agosto de 2015

CAIC TAQUARITINGA : ALUNOS DO FUNDAMENTAL II PARTICIPAM DE AULA PASSEIO


A necessidade dos alunos relacionarem os conteúdos afins trabalhados em sala de aula, nas disciplinas de geografia, biologia e historia à realidade ecológica local, faz-se necessário levá-los a ter um contato direto com o meio afim de que possam compreender a interdependência dos componentes ambientais, valorizar e preservar o mesmo. Pensando nesses aspectos na última semana a Direção da Escola Francisca Moura - CAIC, articulou junto a Secretaria de Educação uma aula passeio com os alunos e professores.
  A atividade foi realizada nos principais pontos turísticos da nossa cidade.

Confira algumas fotos :









Homicídio e Registrado em Vertentes



Na noite deste Domingo (23), aconteceu um homicídio próximo ao Bar do Chicão, as margens da PE-90 na cidade de Vertentes.

De acordo com informações a vítima foi identificada por Eduardo, o mesmo era um organizado de encontros de Som, na cidade de Vertentes.

Eduardo sofreu um disparo de arma de fogo, o mesmo não resistiu ao ferimento morreu.

Com informações de Ademilton Silva e Manoel Augusto.

domingo, 23 de agosto de 2015

REFLEXÃO

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TAQUARITINGA : ELEMENTO É PRESO CONDUZINDO MOTOCICLETA COM PLACA ADULTERADA SOBRE EFEITO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS



 Em rondas ostensivas durante a madrugada de ontem (sábado) a Polícia Militar abordou um elemento que estava conduzindo uma motocicleta Yamaha YBR de cor verde e placa KIL-9966 com sinais de embriagues alcoólica na rodovia PE-160 em Pão de Açúcar distrito de Taquaritinga do Norte.
 Ao realizar a consulta da placa do veículo foi contatado que estava clonada de outra moto, quando na verdade deveria ser KLL-9966. Diante do fato, José Adriano da Silva Santos, de 26 anos de idade, residente na Vila do Socorro em Taquaritinga do Norte foi apresentado na Delegacia de Polícia de Santa Cruz do Capibaribe.

Cai o índice de jovens entre 16 e 18 anos que optam por tirar seus títulos eleitorais

Maria Luiza Carvalho, de 16 anos, tirou o título mas considera o desinteresse natural, porque as pessoas estão sendo levadas não a escolher o melhor candidato e sim, o menos pior / Foto: Ashley Melo/JC Imagem

Maria Luiza Carvalho, de 16 anos, tirou o título mas considera o desinteresse natural, porque as pessoas estão sendo levadas não a escolher o melhor candidato e sim, o menos pior

Foto: Ashley Melo/JC Imagem

A cada eleição, está caindo o número de jovens entre 16 e 18 anos que optam por tirar seus títulos. Nos últimos quatro pleitos, em Pernambuco, o índice nessa faixa etária, que é contemplada com o voto facultativo, caiu 42%. O problema é ainda maior se considerarmos apenas os jovens de 16 anos, dos quais quase 56% decidiram adiar sua entrada no sistema eleitoral. A tendência se intensificou após os escândalos divulgados em 2012 e a onda de protestos ocorrida em 2013. 
A baixa poderia ser explicada caso, nos últimos anos, também tivesse acontecido uma substancial queda na quantidade geral de jovens pernambucanos. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve uma redução de 7,5% nos números dessa faixa etária, que passou de 880.185 para 813.598 jovens entre os censos de 2000 e 2010. Mas a queda, nem de longe, foi tão drástica como os dados eleitorais demonstram. Ou seja: os jovens estão, sim, deixando para tirar seus títulos apenas quando isso se torna obrigatório. 
Essa diminuição no interesse em obter o documento não surpreende o cientista político e professor da UFPE Michel Zaidan. “A verdade é que neste momento ninguém se sente estimulado a participar da política. É como se o sistema utilizasse uma linguagem analógica e a realidade já estivesse em linguagem digital. Há um grave problema de comunicação, uma crise de representação muito grande. Esse divórcio tende a continuar e a aumentar”, analisa. 
Mas na opinião do também cientista político e professor de comunicação da Universidade Católica de Pernambuco, Juliano Domingues, estes dados não significam, necessariamente, desinteresse por parte do eleitorado jovem. “Pelo contrário. Estudos recentes indicam que o jovem participa politicamente, porém não se sente atraído pelos meios tradicionais de participação”, alerta Juliano. Ele destaca que, contraditoriamente, a eleição passa a ser vista como o anti-clímax da política, desestimulando a juventude a participar de maneira convencional. “Não se trata de apatia, e sim de ceticismo diante de formas tradicionais de participação e representação”, resume.
Zaidan concorda com a ideia de que não se trata de apatia. Ao contrário: afirma que “uma das principais características da juventude é a exigência da radicalidade”. “Os jovens exigem autenticidade, não querem meio termo. Só que na atual geração política é difícil achar quem ofereça essa oferta de uma proposta nova, que empolgue”, explica. “A juventude tem sua razão, porque vivemos o fim de um ciclo liderado pelo PT e pelo PSDB e, em meio à agonia, não achamos alternativas que possam substituir o que há no momento. Talvez por isso muitos jovens venham aderindo ao anarquismo e a movimentos sociais que partem para a ação direta, já que não há outras opções institucionais para a ação”, aponta.

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TRIBUNAIS ELEITORAIS TENTAM REVERTER O PROBLEMA

A possibilidade de adesão voluntária dos jovens menores de 18 anos ao processo eleitoral surgiu em 1988, após a criação da nova constituição brasileira. A primeira vez em que eles puderam votar foi na histórica eleição direta para presidente em 1989, depois de quase trinta anos sem que se pudesse escolher um dirigente para o País.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não possui dados sobre a presença exclusiva de determinada população às urnas, e controla apenas o momento de inscrição dos eleitores no sistema. O auge da adesão dos menores aconteceu no início dos anos 1990. Em 1992, os eleitores com menos de 18 anos chegaram a representar 3,57% do eleitorado total do Brasil, somando mais de 3,2 milhões. 

Porém, após os escândalos e o subsequente impeachment do presidente Fernando Collor de Mello, o declínio das inscrições se estabeleceu de forma vertiginosa. Só entre 1992 e 1996, o número de menores de 18 anos que tiraram o título caiu 34,5%. 

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, Antonio Carlos Alves da Silva, toma para si parte da culpa e da responsabilidade por enfrentar o desinteresse dos jovens pelo tema. “Se a juventude está desenganada, compete a nós atraí-la”, afirma ele. 

Segundo Antonio Carlos, o problema é causado pela falta generalizada de assistência nesse sentido, por parte das instituições eleitorais, dos partidos políticos, da mídia e dos próprios cidadãos, em forma geral. “Claro que o andamento da política brasileira contribui para o comportamento dos adolescentes, mas eles enxergam o processo de uma forma própria e cabe a nós explicar e valorizar o que é o sistema eleitoral. O sistema precisa estar se renovando sempre e provocando a sociedade, especialmente os eleitores do futuro”, afirma.

Por isso, junto com os demais tribunais regionais brasileiros e sob a orientação do TSE, o TRE-PE vem desenvolvendo ações de conscientização com crianças a partir dos 7, até atingir os adolescentes menores de 16 anos. “Isso é feito de forma continuada, e não apenas nos anos de eleição”, explica.

No Recife e no interior do Estado, voluntários do TRE-PE têm promovido palestras e outras atividades incentivando uma maior participação dos jovens nos cartórios eleitorais.

EM TAQUARITINGA ELEMENTO É PRESO ACUSADO DE AGREDIR OS PAIS




Na tarde deste sábado (22), policiais militares receberam informações de populares, que um casal de idoso estava sendo agredido pelo filho na Rua Bela Vista no Sítio Silva de Cima, zona rural de Taquaritinga do Norte.

Ao chegar no local, alguns vizinhos  informaram que Ivanildo Inácio da Silva (37 anos) estaria agredindo a mãe que vive “de cama” e tentou agredir o pai, ambos têm mais de 80 anos de idade. Os vizinhos ressaltaram que o Ivanildo ameaçou a vizinhança, caso alguém fizesse a denúncia.

Na delegacia, o pai do agressor informou que anteriormente, ele já havia sofrido agressão pelo filho, porém neste sábado, o mesmo só não foi agredido porque conseguiu correr.

Diante das informações, os envolvidos foram conduzidos para delegacia de polícia de Santa Cruz do Capibaribe.

Ivanildo já se envolveu em vários delitos em Taquaritinga , inclusive tem um pé com problema por conta de um roubo que fez a alguns anos , quando ia correndo após o roubo foi atropelado, atualmente o mesmo andava com uma muleta pedindo esmola, mais na realidade usa o dinheiro para tomar cachaça.


Com Informações : Grupo GTN, Blog do Ney Lima.

Como o jovem enfrenta sua primeira turbulência econômica e política

Com o filho Carlos Wesley nos braços, Taynan lamenta não ter emprego
Com o filho Carlos Wesley nos braços, Taynan lamenta não ter emprego
Foto: Ashlley Melo/JC Imagem
O jogo mudou para muitos jovens que estão entrando na faculdade ou em busca de emprego. O cenário não tem o peso do desemprego e da inflação de outras crises. Mas impacta o bolso, os planos e a cabeça de quem tem entre 18 e 24 anos e está vivendo sua primeira turbulência política, econômica e ética. O momento é de ajustes e também de discussões importantes, como redução da maioridade penal e descriminalização das drogas. São portas que se abrem e se fecham dentro dos grandes ciclos históricos – e que não se restringem apenas ao Brasil.
Cada um sente o contexto à sua maneira, de acordo com sua realidade social e econômica e suas orientações políticas e ideológicas. Taynan Gonçalo, 21 anos, moradora de Peixinhos, em Olinda, lamenta não ter um emprego e não enxerga muitas perspectivas num curto prazo. Já Tasso Gomes, 22, morador da Setúbal, Zona Sul do Recife, universitário, acredita que a crise, por enquanto, não muda suas perspectivas de futuro. 
Ela é mãe de Carlos Wesley, de nove meses. Lamenta que os amigos que estão sendo demitidos estejam tendo dificuldade até para ter acesso ao seguro desemprego, já que as regras mudaram em junho. Ele, pelo menos por enquanto, não sente o peso da redução das ofertas. Dedica-se aos estudos, vive de mesada e renda da família e, por hora, não planeja entrar no mercado. Mas já vê na situação de alguns amigos e do irmão, engenheiro, o aumento da dificuldade para encontrar uma oportunidade, além de sentir nas contas da família o crescimento dos gastos, da gasolina, da energia, do lazer.
“Penso o melhor para o meu filho, quero que ele cresça, tenha escola, qualidade de vida, plano de saúde. Mas, para isso, preciso de emprego”, diz Taynan, que, ainda assim, não perde o otimismo. “Sinceramente, ainda não senti na pele as mudanças em relação à questão profissional e dos meus estudos. Ainda viso uma melhora daqui para o final do curso”, afirma Tasso, apesar de achar que “o buraco ainda vai afundar mais”. 
A taxa de desocupação chegou a 7,5% em julho, a sétima alta mensal seguida, segundo o IBGE. Os jovens são os mais afetados. A taxa atingiu 18,5% para quem tem entre 18 e 24 anos. “Embora possam sentir a crise de formas diferentes, mesmo quem é de classes sociais mais abastadas deve estar preocupado, porque não é imune ao que está acontecendo, é bombardeado por notícias, protestos”, analisa o economista e conselheiro do Conselho Federal de Economia Luiz Alberto Machado. 
“A realidade hoje é mais complicada do que foi por um tempo, em que o Brasil atravessava um bom momento. O acesso ao mercado ficou mais complicado. O aumento do desemprego deve continuar por mais um tempo, o que leva o jovem, mesmo aquele mais imaturo e mais inexperiente, a tomar cuidado com suas atitudes”, observa. Machado acredita que o momento é de inovar na formação, apesar de lamentar que o ponto de partida não seja igual para todo mundo. “Desconsiderar isso seria ilusão”. “Mas uma das saídas de quem não nasceu em berço de ouro é se preparar e tentar se colocar bem no mercado”, acrescenta. O economista destaca a tendência mundial de descolamento entre profissão e ocupação, da valorização que vai além do que está escrito no currículo.

ROMERO LEAL: DE VERTENTES PARA PERNAMBUCO, UMA HISTÓRIA DE LEALDADE, EXPERIÊNCIA E CORAGEM POLÍTICA

Existem homens públicos que simplesmente passam pela política. E existem aqueles que constroem relações, deixam marcas e permanecem presente...