segunda-feira, 20 de julho de 2015

CORPO É ENCONTRADO EM CARROCEIRA DE VEÍCULO NA ZONA RURAL DE VERTENTES



O corpo de um homem ainda não identificado foi encontrado sem vida na carroceria de uma picape Saveiro de cor branca e placas PGL-1140 as margens de um riacho no Sítio Jacu na zona rural de Vertentes.


O cadáver foi localizado na tarde do sábado (18), quando a Polícia Militar recebeu informações de populares que ouviram alguns disparos de arma de fogo.




Segundo a Polícia, a cabeça da vítima estava desfigurada, o que dificulta a identificação. O rapaz foi assassinado com disparos de arma de grosso calibre e revólver provavelmente calibre 38.


As perfurações visualizadas pelo policiamento foram na região da cabeça e costas da vítima que teve o corpo encaminhado para o IML da cidade de Caruaru aonde aguarda por reconhecimento.



Do: Blog Agreste Notícia

domingo, 19 de julho de 2015

Homem posta foto se vangloriando de homicídio nas redes sociais e é preso pela polícia

Suspeito postou foto no Facebook se vangloriando do crime / Foto: Reprodução/Facebook

Suspeito postou foto no Facebook se vangloriando do crime

Foto: Reprodução/Facebook

Foi preso em Goiás um homem acusado de assassinar um outro rapaz e se vangloriar do homicídio nas redes sociais. O acusado, identificado como Alex da Costa, é suspeito de matar  Edson da Luz no dia 10 deste mês, na cidade de Formosa (GO). As informações são do Portal Uipi.
De acordo com a Polícia Civil de Goiás, Alex cometeu o homicídio em plena luz do dia em um bar da cidade. Após o crime, o suspeito postou uma foto na rede social Facebook, onde se vangloriava do assassinato. A postagem foi essencial para a elucidação do caso, informaram as autoridades.
As investigações apontaram que o crime foi motivado por  um acerto de contas entre vítima e assassino. O suspeito foi detido na tarde de sexta-feira (17), no Parque Lago, em Formosa, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva.

REFLEXÃO

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Filha que matou o pai diz à Polícia que “bebeu o sangue” dele e a intenção era degolá-lo!

CASSERENGUE: A polícia efetuou a prisão, nesta quinta-feira (16), de quatro suspeitos pelo assassinato do agricultor Geraldo Rivaldo de Aguiar, de 45 anos. O crime ocorreu na manhã desta quinta-feira (16), na zona rural do município de Casserengue, no Agreste paraibano. 
Dentre os detidos, está a filha da vítima,Rosângela Santos de Aguiar, 22 anos (FOTO AO LADO), principal acusada de planejar e executar a vida do próprio pai. Também foram presos Kaleu Bruno Benedito Roseno, 23 anos,Carlos Henrique Cavalcante Filho de Almeida, 26 anos (FOTO ABAIXO), e apreendida uma adolescente de 15 anos. Eles foram detidos na cidade de Arara. 
O agricultor, Geraldo Nivaldo de Aguiar, 45 anos, estava trabalhando no roçado quando foi abordado pelos assassinos. Ele foi morto com vários golpes de arma branca e tiros. O corpo do agricultor foi encontrado por parentes.
Depois de ouvir os familiares da vítima, o delegado Diógenes Fernandes descobriu que a filha de Geraldo podia estar envolvida no crime “Rosângela estava pressionando o pai para ele dá o dinheiro referente à venda de um gado. Seu Geraldo era uma pessoa que vivia para o trabalho e controlava as finanças e por isso não queria dar o dinheiro a filha. Para nossa surpresa, a desconfiança da família foi confirmada. Durante as investigações descobrimos que Rosângela teria dado alguns golpes de punhal no pai”, disse o delegado. Rosângela teria descoberto a localização do pai quando falou com a mãe. “Ela ligou para a mãe e perguntou onde o pai estava alegando que ia morar em João Pessoa e gostaria de se despedir dele. Depois de descobrir, a suspeita, junto com as outras três pessoas, foi até o local e praticou o crime”, explicou o sargento Valdir, responsável pelo policiamento em Casserengue.
Varias buscas foram realizadas na região. A suspeita era que o grupo estava escondido na zona rural aguardando para sair quando os policiais deixassem o local. Foi o que aconteceu, os suspeitos acreditaram que o cerco tinha sido desmontado e saíram da mata para comprar comida na rua Verde, na cidade de Arara, e neste momento foram presos. Com Rosângela e com a adolescente os policiais encontraram dois revólveres calibre 38 e uma faca. Depois da prisão, o grupo foi levado até a residência de um dos suspeitos na cidade de Solânea, onde durante uma busca foram encontradas, dentro de uma lata enterrada no quintal, 95 pedras de crack e dinheiro trocado, o que para a Polícia caracteriza comércio de entorpecentes.

VINGANÇA: Rosângela confessou o crime e disse durante o depoimento que matou o pai por vingança. Ele disse a imprensa local que não se arrepende de ter matado o agricultor. Segundo a acusada, ele teria a estuprado e, frequentemente, batia na mulher, mãe da mesma. Em um vídeo gravado pela Polícia (VEJA ACIMA), a jovem confessa que esfaqueou e atirou no pai, que bebeu o seu sangue e que a intenção era degolá-lo para expor sua cabeça numa estaca.
Os outros três também confirmaram a participação no homicídio. Tanto Carlos quanto Kaleu já responderam processo na Justiça. Carlos já foi preso por tráfico de drogas e homicídio e Kaleu é suspeito de ter assassinado duas pessoas em Solânea no ano de 2014. Todos foram autuados por homicídio qualificado e tráfico de drogas. Por causa do grau de periculosidades foram transferidos para João Pessoa. Os dois homens foram levados para o Presídio do Róger e Rosângela para o Presídio Feminino Júlia Maranhão, e a adolescente para a Casa Educativa. (FONTE: WSCOM Online / Blog Folha do Sertão)

Significado de Bodas

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Bodas é o nome da celebração das festas de casamento, sejam elas no civil ou religioso. As bodas são comemoradas todos os anos e a cada ano recebe um significado e uma denominação diferente.

O termo boda tem sua origem no latim “vota” que significa  “promessa”. Boda é uma celebração de casamento, o nome é mais usado no plural: bodas e se refere aos votos matrimoniais, feitos no dia do casamento. Para cada ano de bodas existe um material que representa a nova etapa, e já é uma celebração tradicional na cultura ocidental comemorar o aniversário de bodas.

A tradição das bodas surgiu na Alemanha, onde era costume de pequenos povoados, oferecer uma coroa de prata aos casais que fizessem 25 anos de casados, e uma de ouro aos que chegassem aos 50. Então, com o passar dos séculos, foram criadas outras simbologias para os anos seguintes, e quanto mais tempo de casado, maior é a importância do material, que vai do mais frágil ao mais resistente.

Além dos nomes das bodas de casamento, também é possível encontrar listas com nomes de bodas de namoro, para comemoração dos meses e anos. É importante referir que as listas não são oficiais, e por isso muitas vezes há diferenças na designação de algumas bodas.

Nome das Bodas

1º.   ano: Bodas de papel
2º.   ano: Bodas de algodão
3º.   ano: Bodas de couro ou trigo
4º.   ano: Bodas de flores frutas 
5º.   ano: Bodas de Madeira ou ferro
6º.   ano: Bodas de açúcar ou perfume
7º.   ano: Bodas de latão ou lã
8º.   ano: Bodas de barro ou papoula
9º.   ano: Bodas de cerâmica ou vime
10º. ano: Bodas de estanho ou zinco
11º. ano: Bodas de aço
12º. ano: Bodas de seda ou ônix
13º. ano: Bodas de linho ou renda
14º. ano: Bodas de marfim
15º. ano: Bodas de cristal
20º. ano: Bodas de porcelana
25º. ano: Bodas de prata
30º. ano: Bodas de pérola
35º. ano: Bodas de coral
40º. ano: Bodas de esmeralda
45º. ano: Bodas de rubi
50º. ano: Bodas de ouro
55º. ano: Bodas de ametista
60º. ano: Bodas de diamante
65º. ano: Bodas de platina
75º. ano: Bodas de brilhante ou alabastro

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) determinou a desocupação de três salas da Casa usadas por funcionários da PGR (Procuradoria-Geral da República), do Executivo e do Judiciário / Ed Ferreira/Folha Press

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) determinou a desocupação de três salas da Casa usadas por funcionários da PGR (Procuradoria-Geral da República), do Executivo e do Judiciário

Ed Ferreira/Folha Press

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), determinou a desocupação de três salas da Casa usadas por funcionários da PGR (Procuradoria-Geral da República), do Executivo e do Judiciário.
Eles têm prazo de 30 dias para entregar os cômodos vazios. A justificativa oficial é a necessidade de se ter mais espaço para instalar novas comissões.
A reportagem apurou que o primeiro órgão a ser avisado, informalmente, foi a PGR, em maio. Isso despertou suspeitas nos servidores de que a medida tivesse por objetivo retaliar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pelas investigações contra o peemedebista.
Posteriormente, a PGR recebeu um ofício, enviado também às demais instituições, no final de junho.
O presidente da Câmara é alvo de um inquérito aberto no STF (Supremo Tribunal Federal), a pedido de Janot, por indícios de participação no esquema de corrupção da Petrobras.
Desde que o procedimento foi instaurado, Cunha passou a atacar publicamente o procurador-geral da República, afirmando que Janot fez escolhas políticas a respeito de quem investigar.
Na cadeira da presidência desde o início do ano, o deputado fluminense vem atuando na contramão dos interesses do governo Dilma Rousseff, travando constantes embates com o Palácio do Planalto.
DIÁLOGO
Assessorias do Executivo, do Judiciário e da PGR na Câmara são responsáveis por estreitar o diálogo com os parlamentares e acompanhar projetos e discussões de interesse de suas instituições.
A sala do Executivo é usada por equipes vinculadas a ministérios. No Judiciário, há assessores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério Público do Distrito Federal.
Na condição de anonimato, servidores afirmaram que a medida dificultará o trabalho deles e, possivelmente, dos parlamentares. É comum deputados buscarem esses representantes dos ministérios, do Judiciário e do Ministério Público para tratarem de demandas junto aos órgãos.
OUTRO LADO
Eduardo Cunha afirma não ter "nada contra ninguém" e que, enquanto não houver uma ampliação das instalações da Casa, "não tem sentido manter espaços para os outros, de graça".
Questionado se a medida não pode afetar as relações institucionais da Câmara, o presidente diz que não se pode prejudicar o Legislativo em benefício de terceiros. "A Câmara tem espaço dentro de outros órgãos de graça? Eles vão defender os seus interesses às custas do nosso sacrifício? Podem fazê-lo, sem ficarem lá dentro", concluiu Cunha.

PMDB quer retomar protagonismo no Estado a partir de 2016

Ayrton Maciel

Como novo presidente do PMDB estadual, Raul Henry vai conduzir o partido nas eleições municipais de 2016. Henry e o ex-governador Jarbas Vasconcelos começaram a andar o Estado, mas diz que abrir discussão sobre candidaturas e alianças agora é desrespeito  / Acervo JC Imagem

Como novo presidente do PMDB estadual, Raul Henry vai conduzir o partido nas eleições municipais de 2016. Henry e o ex-governador Jarbas Vasconcelos começaram a andar o Estado, mas diz que abrir discussão sobre candidaturas e alianças agora é desrespeito

Acervo JC Imagem

O PMDB quer voltar a ser protagonista no Recife e no Estado, a partir  de 2016, mas vai trabalhar com o tempo. “A conversa vai se dar no tempo certo”, revela o vice-governador Raul Henry, que assumiu, neste sábado (18), a presidência estadual da legenda. Em entrevista ao JC, o peemedebista ressalta que o ex-governador Jarbas Vasconcelos liderará o debate.
Henry afirma, também, que o Estado está preparado para superar a crise econômica do País e a sua crise financeira e destaca que as promessas de campanha estão mantidas - inclusive a de dobrar os salários dos porfessores -, mas ressalva que a população entende as dificuldades do momento.
O vice-governador defende, ainda, a apuração de todas as denúncias de desvio de recursos públicos, pela Operação Lava-Jato, que chegou a Pernambuco, porém prega o respeito ao amplo direito de defesa: 
JORNAL DO COMMERCIO - O País vive uma crise econômica e política e Pernambuco enfrenta uma crise financeira, mas já está na agenda política a eleição municipal de 2016. O ex-governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) tem sido citado como um nome para a sucessão no Recife. Da parte do PMDB existe interesse em ter candidatura própria no próximo ano?
Raul Henry - Jarbas é um nome que tem dimensão nacional, sobretude nesse momento de crise moral que o Brasil vive. Quando fala, é ouvido pela imprensa e tem repercussão nacional. Agora, o que ele tem dito sobre a eleição do Recife é que não vai desmentir o que nunca afirmou, e ele nunca afirmou que é candidato. A mais de um ano do pleito, neste momento que o País atravessa, com aumento da inflação e do desemprego, maior crise econômica dos últimos 30 anos, crise política e de confiança e uma ameaça de crise institucional, antecipar o debate sobre 2016 é uma insensibilidade e desrespeito com a população. Concordo com essa avaliação.
JC - O objetivo de todo partido é chegar ao poder. E o PMDB está há muito tempo fora do poder, no Estado. Internamente, mesmo com a situação do País e do Estado, o PMDB está se preparando para voltar a ser protagonista no Recife e em Pernambuco?
Henry - Claro. O PMDB quer crescer na eleição municipal. Estamos convindando lideranças que se identificam com o partido para disputar as eleições municipais. O PMDB tem uma história em Pernambuco muito respeitada. A população identifica nossa história e nossa identidade política, mas a composição de alianças, o lançamento dos nomes e o processo como vai se dar em cada município, só no próximo ano.
JC - Quais seriam as condições ou perda de condições que podem impulsionar o PMDB a tem uma candidatura na Capital, considerando que o partido participa do governo?
Henry - Temos uma aliança com o PSB, na Prefeitura do Recife e no governo do Estado, e nos sentimos confortável nessa aliança. O governador Paulo Câmara está focado em fazer o que é necessário para o Estado neste momento. Temos um excelente relação. Agora, o que o PMDB vai fazer, o partido decidirá no momento adequado, e nós temos uma relação de respeito à liderança do ex-governador Jarbas. Essa conversa vai se dar no tempo certo.
JC - Depois de uma mandato no Senado Federal, o ex-governador volta a andar pelo Estado. Se 2016 é um horizonte distante, 2018 é mais distante ainda. Porém, hoje, há muitas incertas. O PSB é aliado do PMDB local, mas é mais próximo do PT no nacional, embora se declare independente. Com tantas contradições, nada pode ser descartado em 2016 ou 2018?
Henry - Quem tem experiência na política e sabe o quanto ela é dinâmica, tem que trabalhar com o tempo, e ter o tempo como aliado. O atual momento é de fortalecer o PMDB.
JC - O primeiro semestre do governo Paulo Câmara (PSB) foi marcado por crise no sistema prisional, aumento nos índices de violência, greves de professores e policiais e obras paradas. Não há perspectiva de mudança do cenário em curto prazo. O governo está preparado para enfrentar mais pressões?
Henry - Absolutamente preparado. O governador Paulo Câmara tem demonstrado tranquilidade. É uma pessoa que escuta, mas é muito firme na hora das decisões. Estamos herdando as consequências de uma crise, a qual não demos causa. Crise que foi escondida da sociedade, muito lixo jogado debaixo do tapete, que só se revelou depois da eleição de 2014. Pernambuco já perdeu mais de 60 mil postos de trabalho, há uma crise em setores importantes instalados em Suape, o petroquímico e o naval, mas o governo vai enfrentá-la com todas as medidas necessárias. O Estado está numa posição melhor que a maioria dos demais Esstados no enfrentamento da crise.
JC - Mas, há informações de que o Estado gastou muito, nos últimos anos, com a máquina administrativa. Houve muitos reajustes a categorias específicas, o que estaria pesando na folha e contas do governo. Ao mesmo tempo, está sem capacidade de investimentos, há obras paradas e falta medicamentos nos hospitais. Como está hoje o caixa do governo? Depende totalmente dos repasses do governo federal?
Henry - A crise é consequência da irresponsabilidade populista com que o governo do PT administrou a economia do País. Os gastos hoje podem ser mais expressivos porque houve uma queda de receita. Se o Brasil e Pernambuco continuassem no rumo que vinham nós teríamos a ampliação da receita e então o peso dos aumentos dessas categorias não seria tão expressivo nas contas gerais do Estado. Há vários Estados com problemas para honrar a folha e compromissos, e estamos tomando todas as providências para enfrentar este momento. O governador está muito sereno, firme e seguro.
JC - Há uma promessa de campanha que virou um estigma para o governo. É o compromisso de dobrar os salários dos professores. Essa promessa está mantida no programa de governo ou vai chegar o momento em que será pedido desculpas e justificado o não cumprimento?
Henry - O governador Paulo Câmara foi secretário da Administração e da Fazenda. É pessoa responsável. Quando colocou isso no programa de governo é porque tinha absoluta segurança de que era compromisso que a gente podia honrar. Agora, ninguém esperava que o Brasil fosse viver o ano de 2015 que está vivendo. Não temos culpar pelo momento que o Brasil está vivendo. Os compromissos de campanha, todos eles permanecem. Vamos fazer tudo para honrar esses compromissos. 
JC - Qual a posição do PMDB de Pernambuco em relação às investigações e acusações que envolvem o governo da presidente Dilma Rousseff? 
Henry - Tivemos sempre, claramente, uma posição de oposição ao governo federal. Defendemos, em 2014, a não renovação da aliança com o PT. O PMDB de Pernambuco ainda não discutiu uma posição sobre a crise nacional. Acho que a Constituição Federal deve ser cumprida. O impeachment é uma possibilidade, mas é necessário que existam as razões constitucionais para que o impeachment aconteça.
JC - As investigações da Lava-Jato chegaram a Pernambuco, atingindo o senador Fernando Bezerra Coelho, o PSB e políticos e empresários aliados. Qual a análise que o vice-governador, do PMDB, faz dessa fase das investigações?
Henry - Todo processo que houver, no País, para apurar desvios de recursos públicos deve ser bem-vindo. A sociedade exige que esses processos sigam o seu curso natural, que eventuais envolvidos sejam julgados e que as consequências aconteçam. Neste momento, não dá para prejulgar ninguém. Há uma fase de inquéritos. As denúncias devem ser apuradas e ser garantida a ampla defesa. É um direito e um dever de todo homem que optou pela vida pública se defender de qualquer tipo de acusação. Nossa expectativa é que todas as pessoas denunciadas exerçam plenamente seu direito de defesa.

Augusto Cury e a credibilidade de seu discurso: apoio a Flávio Bolsonaro provoca questionamentos

  Escritor que defendeu a pacificação nacional e a superação da polarização agora precisa explicar como sua aliança eleitoral se concilia co...