Lateral-direito morreu nesta terça-feira aos 72 anos, vítima de infarte fulminante
A imprensa mundial repercutiu nesta terça-feira a morte de
Carlos Alberto Torres, capitão da seleção brasileira na conquista do
tricampeonato mundial de 1970, no México. O diário inglês "Mirror"
publicou a seguinte manchete em sua página na internet: "Carlos Alberto
morreu: o lendário capitão campeão do mundo morreu, aos 72 anos".
O também britânico "The Sun" também seguiu uma
linha parecida com o "Mirror" ao informar a morte do eterno capitão
do tri: "Carlos Alberto morreu: capitão do Brasil campeão de 1970 morreu
aos 72 anos". A publicação lembra ainda do golaço marcado por Torres na
vitória por 4 a 1 sobre a Itália na final da Copa do Mundo do México.
O diário francês "L'Equipe" lamentou a morte de
Carlos Alberto Torres e publicou a seguinte informação: "Carlos Alberto
Torres foi vítima de um ataque cardíaco aos 72 anos nesta terça-feira. Campeão
do mundo em 1970 com o Brasil, ele era o capitão do time. Marcou um gol
histórico com passe de Pelé na final da Copa contra a Itália (vitória por 4 a
1). Muitos consideram esse o gol mais bonito da história dos Mundiais".
A rede britânica "BBC" também destacou a morte do
capitão em sua página na internet. Escreveu o seguinte: "Ele marcou um dos
maiores gols na história da Copa do Mundo de 1970, na final contra a Itália.
Ele também ganhou títulos nacionais com Fluminense e Santos. Morreu no Rio de
Janeiro, vítima deu um ataque cardíaco".
O site
"Eurosport" também destacou o golaço na vitória por 4 a 1 sobre a Itália
na final da Copa do Mundo de 1970 para lembrar de Carlos Alberto
Torres. E publicou: "Descanse em paz".
Na Catalunha, o diário "Sport" também destacou em
sua página na internet a morte de Carlos Alberto Torres. Lembrou do título
mundial de 1970, e assim como outros veículos fez referência ao golaço do
lateral-direito na final do Mundial de 1970, no México.
Em Madri, capital espanhola, o diário "AS"
publicou a morte de Carlos Alberto Torres lembrando que ele foi ídolo de
Fluminense, Botafogo, Flamengo e Santos, além do Cosmos em que jogou ao lado de
Pelé e Beckenbauer. Conquistou títulos importantes como duas ligas brasileiras
(1965 e 68), uma Recopa Sul-Americana em 1968. Como treinador, ganhou o Campeonato
Brasileiro de 1983 com o Flamengo e a Copa Conmebol de 1993 com o Botafogo.
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